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Cautelosamente, desci a mão por sobre a perna. Adorava acariciá-lo enquanto dirigia. Seus olhos buscaram os meus e um sorriso safado se delineou em seu rosto. “Amor... Você podia andar mais rápido... Estou com tanta vontade”. “Ah é?”. Em resposta, um dedo buscou meus lábios e suguei lentamente. Adorava provocá-lo daquela forma. “Estou tão molhadinha, chérie”. Abrindo as pernas, deixei que visse um pedaço da calcinha branca. “Ah amor... Pensei que você já estivesse prontinha pra mim”. Sorri. Lentamente, retirei a calcinha. Completamente exposta, ergui o vestido. “E agora, meu bem? Estou pronta?”. Senti um arrepio percorrer meu corpo quando a mão desceu entre minhas coxas. Adorava a forma como aquela mão percorria minhas pernas enquanto dirigia. Possessivamente, pousou a mão entre minhas pernas. Era daquele jeito que eu adorava e podia me sentir completamente dele. Sorrindo, apertei a mão entre as pernas. Um dedo buscou meu interior. “Está molhadinha amor”. “Sempre, meu bem”. Devagar, começou a penetrar profundamente com o dedo. Gemi. “Gosta, amor?”. Abrindo um pouco mais as pernas, senti quando um segundo dedo foi introduzido em meu interior. “Uma pena, meu bem... Pena que eu não possa parar aqui e fazer o que eu quero”. Sorri. “Uma pena mesmo amor”. Devagar, os dedos começaram a me massagear. Alheio aos carros que passavam, seus olhos safados buscavam os meus. “Vamos, meu bem. Está gostando?”. Gemi, obediente. “Isso, abra um pouquinho mais as pernas”. De uma só vez, senti quando colocou os dedos com força. Gemi alto. “Isso amor. Mostra que está gostando. Quero você bem molhadinha”. Agarrando o banco, busquei apoio. Estava louca de vontade. “Agora é sua vez, meu bem”. Sorrindo, desceu a mão abrindo o zíper da calça. “Você é louco? Aqui ainda é muito movimentado”. “Não vai me chupar, cadelinha? Achei que você estivesse louca pra isso”. Sorri, safada. Descendo o corpo, busquei o sexo duro com meus dedos. Devagar, desci meus lábios, lambendo apenas a cabecinha. “Isso, cadelinha. Pode ir acostumando, porque você vai fazer isso até chegarmos em casa”. Sorrindo secretamente, lambi novamente a cabecinha. Descendo a boca, comecei a engoli-lo. Era delicioso. Adorava tê-lo entre meus lábios daquela forma. Lentamente, comecei a sugar, subindo e descendo. “Isso. Usa a língua meu bem”. Senti quando uma mão desceu, agarrando meus cabelos com força. “Estamos num sinal e é melhor você continuar engolindo tudo ou vão nos ver”. Adorava correr riscos. Subindo e descendo lentamente, deixei minha língua percorrer o membro duro. Massageava devagar enquanto subia e descia. Novamente a mão desceu, agarrando meus cabelos. “Ah cadelinha, você faz isso tão bem”. Satisfeita, continuei. Podia sentir o gosto delicioso em meus lábios. Subindo e descendo, apertava o membro entre meus lábios. Gemendo, a mão acariciava meu pescoço. Parando, me ergui. “Eu quero você agora”. Sorri, passando o dedo em meus lábios. “Volta amor, ainda falta muito pra chegar em casa”. Languidamente, acariciei o membro com meus dedos molhados. Subi, tocando os lábios. “Tenho seu gosto na minha boca, chérie”. “Não, cadelinha, você ainda não tem”. Descendo o rosto, busquei novamente o membro duro. Lambendo o membro duro devagar, ouvi um gemido. Adorava vê-lo satisfeito. “Cachorrinho... Eu quero agora...” Engolindo o membro duro, deixei que meus lábios descessem devagar. Meus dentes arranharam de leve enquanto minha língua subia e descia, massageando o sexo delicioso. Aumentando o ritmo, comecei a subir e descer minha boca. Estava louca de vontade de sentir o gosto delicioso entre meus lábios. Abruptamente, vi o carro ser desligado e meus cabelos serem puxados com força. “Quer dar agora, cadelinha? Quer?”. A mão desceu sobre meu rosto, num tapa gentil. “Quer?”. Sorri, lambendo os lábios. Levando um dedo à boca, suguei de leve. Novamente senti a mão se chocar contra meu rosto. “Cadela, você me deixa louco”. Sorri. As mãos puxaram minha cintura com violência, me levando pra perto. “Senta aqui meu bem, rebola um pouquinho. Mata tua vontade”. Sorri, me erguendo. Sentando em seu colo, busquei o olhar safado. Minha boca desceu devagar, buscando a dele. Mordiscando de leve, sorri. Beijava lentamente, sem pressa. Embaixo de mim, podia sentir o sexo duro se insinuando entre minhas pernas. “Levanta cadelinha... Só um pouquinho”. Sorri, me erguendo. Descendo uma mão, posicionei o membro duro em minha entrada. Sem dizer nada, desci de vez. Um grito escapou de seus lábios. Sorri novamente. Uma mão buscou meus cabelos, puxando com força. “Cadela... Como se atreve?”. “A que, meu bem? O que eu fiz de errado?”. Começando a rebolar devagar, sorri. Subia e descia lentamente enquanto rebolava. Podia sentir o membro duro me preenchendo completamente. Em meio à escuridão, senti uma mão apertar meu bumbum, arranhando. “Isso amor, rebola bastante. Assim”. Louca, busquei a luz do carro, acendendo. “Não gosta do escuro, cachorrinha? Quer que eu veja a cara de cadelinha que você fica enquanto me dá aqui?”. Mordendo os lábios, sorri, safada. Podia ver os carros passarem pela estrada enquanto subia e descia. Apagando a luz, busquei os lábios avidamente. Rebolava descontrolada enquanto meus lábios mordiam o pescoço com força. “Cadela! Você vai me deixar marcado!”. “Eu posso isso e o que mais eu quiser”. Descendo a mão, dei um tapa em seu rosto. “Agora, meu bem, quero que goze. Quero voltar pra casa cheia do seu leitinho”. Aumentando o ritmo, subia e descia louca. Uma mão segurava minha cintura, guiando com força. Lasciva, rebolava descontrolada. Prestes a gozar, busquei a orelha, mordiscando. “Vamos cachorrinho... Goza agora”. Aumentando o ritmo e olhando em seus olhos, sorri satisfeita. “Vou gozar, meu bem. Agora...” Um tremor percorreu meu corpo num gozo desvairado. Sentindo o leite quente se derramar dentro de mim, sorri. Era delicioso. “Deus... Como você pode ser assim?”. “Como amor? Sou apenas igual a você.. Não gosta?”. “Você sabe que adoro...”. Me erguendo, senti o líquido quente escorrer entre minhas pernas. Voltando ao meu lugar, exibi um sorriso safado. “Adorei, chérie. Hora de ir pra casa, não? Estou com a impressão de que a noite será longa”. Devolvendo o sorriso, ligou o carro. Céus! Estava ficando cada vez mais louca. E estava adorando.
Escrito por Srta. às 22h08
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23/04/2008
Ser mulher é padecer no paraíso. Conversava isso ainda agora, com minha vulva. Eu e ela, embriagadas pela noite constante. O que seria de nós sem ela? E dela sem nós? Seríamos bocas-vulvas? Ou vulvas-bocas? Sabiamente dá pra ser as duas... Ou funcionar da maneira mais completa possível. Dá pra ser tudo de todas as formas. E dá pra não ser nada também – basta querer. Agora, no meu diálogo de uma madrugada que não termina, em uma casa que não é minha, vejo a tal chuva. Sinto calor. Não, não expus minha vulva. Não posso. Inquietei-me na solidão de um momento crucial. Será que ela sente? Se pode pensar por si mesma, é vulva-mulher? Acho que bebi demasiadamente. Ou meu nível de perversão atingiu a estratosfera – mentira deslavada (minha perversão não conhece limites). Achei essa imagem aí de cima enquanto pesquisava (Devo acrescentar minha simpatia instantânea por ela... Deliciosamente maravilhosa) . Falta-me sono e falta-me o que fazer. Ócio criativo? Só não é quando estou dormindo – ainda assim, tenho cá minhas dúvidas. Voltando à vulva. Não sei bem. Será que choco pela crueza de minhas palavras? Acho que me tornei teatróloga-historiadora-psicóloga-astróloga – e por que não, vulvóloga? Céus! Justificarei minha loucura de agora: vinho e outras bebidas doces. Ora! Eu precisava, eu confesso. Sim, porque aqui é o lugar de confidências. Escrevi um conto que nem é conto e que me encara agora. Será que estou louca? Eu não sei dizer – de repente, parece que contenho todo o universo e ele não me contém. Estou além da chuva, do céu, da lua escondida, do mar (sim, eu pude revê-lo ainda há pouco). Abraço o mundo e tudo parece tão pequeno. De repente, as coisas soam tão simples. Até a vulva ficou simples. Devo ter perdido a vergonha na cara. Como consigo falar tão abertamente assim? Céus, céus! Onde deixei meus limites? Ainda agora, falava de teatro (isso eu faço em outro lugar, onde exibo meu olhar altivo e minha moralidade inexpugnável). Agora, já nem sei mais. Falta-me o sono. Ainda assim, cama. E boa noite.
Sim, pode não parecer, mas isso é um conto. Ou uma descrição? Ou uma narração? Pouco importa...
Despertai. Isso. Me surpreende que o teu corpo ainda encontre forças para dormir. E não deveria? Forças para o ócio nunca faltam. É fato, se vindo de ti. Sim, é. Não lamentas nada? E deveria? Não consigo ver teu corpo direito. Luz, para isso ela serve. És bela. Sim, eu sou. Sobra-te modéstia. E falta-te bom senso. Sorriso. Tuas curvas me deixam demasiado excitado. Anda, vem cá. Deixa minha mão descer pelo teu ventre. Adoro a forma como depila teus pêlos. São lindos. Sim, eles são. Isso, diante de mim. Sente minha mão subir pela tua perna? Ora, então te arrepias? Tua carne é doce, quase sinto o sabor com meus olhos. Tolo. Não há como sentir sabor com olhos. Tola és tu, que desconheces a essência das coisas. Ah, agora deu para filósofo? E se assim for, me abandonas? Ainda não. Gosto dos homens que pensam. Isso, sobe um pouco tua mão. Sentes a reentrância onde se encontram coxa e nádegas? Sempre tive curiosidade a respeito dela. Dize-me como é. Vira-te e eu te digo nesse instante. Pronto, de costas. Agora me dizes. Tua pele é alva e quase consigo desenhar o mapa de tuas veias pelo teu corpo. Tens alguns pêlos dourados espalhados – és gata e mulher. Deixa de poesias e responde ao que te perguntei. Ah, me perdoe. Sempre divago demais quando te contemplo. Tuas nádegas são lindas também. Aqui, onde encontram as coxas, não deixam de ser belas – são ainda melhores. Adoro contemplá-las quando te posicionas diante de mim. Como? Daquela maneira. Qual? Tu o sabes. Hoje, além de filósofo e poeta, também descobriu vocação para monge? Se assim fosse, os mosteiros de todo o mundo fechariam as portas. Quem te ouve falar imaginaria estar diante de um don Juan das arábias. Porque das arábias? Não sei. Me ocorreu serem arábias e fica por isso mesmo. Tola. Sim, eu sou. Concordas com tudo que digo. Poupa-me o esforço de discordar e guardo minha crueldade para outras ocasiões. És cruel, disso bem sei. Achas que sabe tanto assim? Desce um pouco, quero contemplar-te mais de perto. Coloca-te como a fêmea de algum canino. E agora? O que consegues enxergar? Tua vulva é de um rosa sutil. Sutil? Explica. Não é vermelho, mas não é aquele rosa das crianças. Está entre essas cores. Eu preferia que fosse vermelha – é mais excitante. Tu não precisas. Excitar-me-ia ainda que fosse azul. Não são horas para galanteios. Ocorre-te que não preciso cortejar uma vulva que se acha diante dos meus olhos? E és também atrevido. Por isso em adoras. Isso tu o dizes. E tu o demonstras. Também és modesto. Aprendi contigo. O que estás a fazer aí atrás? Apenas acariciando. Sente meu dedo? Sim. Estás úmida. As mulheres ficam úmidas quando mostram a vulva. Então deverias mostrar mais. Por que? É a mais bela flor que uma mulher pode dar a um homem. Mulheres não dão flores. Mas dão vulvas. Acaso zombas de mim? Por que? Tens um gosto doce. Ah, não. Retira tua boca daí. Tua língua também. Gemido. O que estás a fazer? Apenas te sinto. Tua língua é áspera. E tua barba rala arranha minha vulva. Gemido. Continuas a falar. Minha boca já achou com o que se ocupar. És um cafetão sem vergonha. Gemido intenso. Ah, que língua! Agora te agradas dela? Sempre. Então paro. Agora? Sim. Ainda há pouco não veneravas minha vulva? E venero ainda. Quero outra coisa. não me empurre contra a parede. Não queres? Não sei te dizer ainda. Estás a fazer charme. E se for? Violentarei tua vulva. Estás louco. Sempre. Abre um pouco as pernas. Deixe que eu contemple teu corpo encostado à parede. Ergue um pouco tuas nádegas. Assim. Por favor. Sente agora? Nada. Grito. Agora sentes? Não pode ser assim. Sentes? Grito. Teu sexo é demasiado duro para que eu o suporte. Se duro não fosse, não gritarias tanto. Toma esse dedo e sente teu gosto. Assim vais me fundir na parede. E não gostas? Sim. Tua vulva adora. Estás apertada. Sim, estou. Grito. Não grites. Estou a te fazer mal? Não. E o que é desse grito? Não te revelo. Não? Grito. Assim mesmo. Adoro ver-te ofegante e inofensiva. És cruel. Cala-te e deixa que tua vulva fale. Consegue ouvir? Grito. Isso. Grita novamente. Agora e mais rápido, sentes? Gemido. Agora tua vulva ficará como queres. Como? Vermelha. Estás louco. Apenas te faço as vontades. Não prestas. Grito. Rápido. Abre a boca agora. Geme. Grito. Gemido. Suor. Sentes o calor em tua vulva? Sinto. Também senti o teu. Não consegui controlar. Tola seria se o fizesses. Agora deixe-me ver. Isso, abre novamente as nádegas. Vermelho sangue. Um presente.
P.S. Não sei dizer se isso é um conto. É algo totalmente incomum. É uma cena visualizada passo a passo no melhor estilo eu-novo. Se era pra sentir, que sentisse logo tudo, sem reservas. E se é pra escrever, que escreva sobre tudo. O essencial é não não-ser nunca. E ser eu.
Escrito por Srta. às 15h06
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21/04/2008
Não sei bem os motivos que me fazem escrever agora. Sinto como se ansiasse por isso, como se uma parte de mim permanecesse sombria se eu não o fizer. E assim, perco-me nas linhas despudoradas ainda não iniciadas.
Agora, dou meu corpo. Dou ele por completo. Não quero sentir o cuidado das mãos nem quero pedir por carícias aqui ou lá. Eu quero aquela entrega, a mais completa. Quero que nada previsível me aconteça – quero o sabor da novidade, da loucura, da insensatez. Não, eu não estou ansiando por carinho ou algo do gênero – nesse exato instante, enquanto fêmea, quero apenas o toque abrupto e uma relação selvagem.
Ora, dizem alguns. - E teu rosto não se ruboriza diante de tais afirmações? Acaso sou eu defensora de minorias ou maiorias? Devo algo a alguém a ponto de precisar justificar minhas afirmações ou regulá-las de acordo a moral e os tais bons costumes?
O que posso fazer se há em mim uma fome nunca saciada? Se quanto mais obtenho, mais desejo, mais anseio? Penso no que posso escrever aqui e me ocorrem idéias lascivas. São as mais desvairadas convertidas em atitudes desavergonhadas. E eu me questiono – Quem sou eu nisso tudo?
Que culpa tenho eu se nasci vocacionada para o desejo? Se, em mim, as coisas surgem como rios vorazes ardentes e não consigo conter a ânsia de realizar-me no outro? Ó não! Não estou a dizer nem a mencionar algum tipo de dependência. Prendo-me ao lado puramente físico-sensual. Quero agora a satisfação do insatisfeito pudor que almeja por despudorar-se violentamente.
Sinto – e disso tenho certeza – a loucura de quem deseja. Em quantos momentos minha boca anseia por tocar os lugares mais ocultos e protegidos? Que culpa tenho eu se minha língua age por si mesma e percorre montes e vales arrancando gemidos desvairados de contentamento e satisfação? Boca e língua – por vezes, sou unicamente isso. Agora, unicamente boca e língua. E mãos.
Deixe-me tocar toda a extensão do seu corpo, chérie. Deixe que a fome pense e aja por si mesma. Apenas observe até onde ela é capaz de ir... E sinta, meu bem. Sinta a leveza do corpo sento tocado, revirado, saboreado. Sinta e aproveite cada segundo... Agora...
Escrito por Srta. às 15h03
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11/04/2008
"O sexo não viceja na monotonia. Sem sentimento, invenções ou surpresas na cama. O sexo deve ser misturado com lágrimas, risos, palavras, promessas, cenas, ciúme, inveja, todos os condimentos do medo, da viagem ao estrangeiro, novos rostos, romances, histórias, sonhos, fantasias, música, dança, ópio, vinho."
Anais Nin
Me faltam limites nesse exato instante. Cruzei a fronteira da moral sem deixar de ser ética em minhas escolhas. Agora, diante de mim, não visualizo um local onde deva ou possa parar. Me encaminho devagar, em direção ao tudo que surge diante dos meus olhos. Sou um tudo que tantas vezes pensa em ser nada. No entanto, tornei-me tudo em alguns instantes passados.
Inevitável não realizar as malditas comparações. Por questões unicamente físicas (mentira absurda – por questões também psicológicas) , devo deixar de lado qualquer menção ao passado e me deixar imergir na loucura do querer.
Recuso-me a retomar aspectos monótonos de uma vida sem sorrisos e desprovida de vermelho. Agora, como nunca foi, meus olhos me sorriem em cores quentes – também picantes e pervertidas. Confesso, inúmeras vezes questionei se a tal dança do sexo não seria algo puramente instintivo e bárbaro. Ouso dizer que é... Apesar de sê-lo, não perde o brilho de satisfazer loucamente quem nele se envolve.
Um querer genuíno, um encaixe quase perfeito (a perfeição é para os deuses, devo dizer), uma mescla de sentimentos que despertam, atiçam e enlouquecem. Um sexo que é dança, que é insanidade e não conhece limites. Uma mão que não se envergonha em explorar. Uma língua que não teme os caminhos que percorre – muito menos as palavras que sussurra.
Digo, sem medo: o querer desenfreado materializado em sexo inebria. É como se rios de vinho substituíssem o sangue que corre em minhas veias. Já não sou carne e sangue, sou corpo e embriaguez, sou loucura amoral e despida de máscaras.
Ainda hoje, me questiono até onde alguém está pronto para receber tanto. Durante anos, eu estive aqui, sabendo até onde poderia ir. Agora que sei que inexistem limites (embora me prenda aos laços do respeito e do carinho mútuos – que são inafastáveis), me pergunto até onde posso ir com. “Ir com” já não sou eu – é o outro, aquele que está fora do meu corpo mas que tantas vezes nele pôde permanecer.
Em um determinado momento da vida, descobrir-se enquanto ser sexual e erótica é um presente. Agora, que tenho nas mãos a certeza do que sou e do que me faz bem, sei até onde posso ir, sei quando devo voltar. Já diria Anais (abençoada em seu leito e em suas palavras), descobrir-se é a melhor aventura que pode existir (interpretação minha, devo dizer). E uma vez descoberto, uma vez diante do nosso Pierre, tudo o mais soa natural e inebriante.
Quanto aos restos, deixo-os para mais tarde. Estou enfastiada dos ‘lugares comuns’, dos ‘seres comuns’. Há muitas maneiras de viver a vida. Eu fiz a minha escolha e nunca mais poderia olhar a vida como antes. Seria como desprezar quem sou, o que quero, o lugar onde cheguei.
E encerro com Clarice... Sim, você (ou quem quer que seja) pode me empurrar do mais alto penhasco. O problema é que aprendi... e adoro voar. Não sou mais a mesma.
P.S. Um ser é fruto de um conjunto de fatores externos e internos. Internamente, são predisposições, personalidade, vontades, desejos. Externamente, são pessoas, livros, situações, fatos. E eu, mais do que nunca (não importa o que virá, pois sei que tudo há de passar), agradeço. E, por gratidão, nunca deixarei de ser eu de novo. Somente eu, e mais ninguém.
Escrito por Srta. às 15h01
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11/04/2008
Estava vestida para deixá-lo louco. Sabia o quanto ele estaria cansado. No entanto, o que pretendia fazer exigiria pouco dele. Quase nada, na verdade. Sorri, ajeitando o cabelo no espelho. A maquiagem realçava o olhar provocante. Me dirigindo ao quarto, verifiquei os brinquedos que utilizaria. Dessa vez, seriam muitos. As músicas do cd haviam sido escolhidas cuidadosamente. Pacientemente, aguardei. Silenciosamente, no escuro, ouvi quando chegou. A voz chamando meu nome era inconfundível. Sorri. De onde estava, vi quando se dirigiu ao quarto e deitou na cama. Novamente, chamava meu nome. Caminhando languidamente em direção à porta, ajustei o roupão de cetim. O olhar surpreso não disfarçava a vontade. “Saudade de você”. “É amor? Também estava com saudade”. Lentamente, me dirigi à cama. Sentando ao seu lado, passei as unhas sobre a camisa, descendo pela calça. “Você demorou”. Pegando suas mãos, ergui sobre a cabeça. Buscando as algemas, prendi as duas cuidadosamente. “O que você está fazendo?”. Sorri, olhando em seus olhos. Desci a boca, lambendo cuidadosamente. Com a língua, desci pelo pescoço, arrancando um suspiro. ‘E então, amor. O que você vai fazer agora?”. Me erguendo, apaguei a luz do quarto. Colocando o cd, vi quando seus olhos confusos buscaram os meus. Buttons. Uma música perfeita para o que pretendia fazer. Me colocando aos pés da cama, contemplei o corpo delicioso. Devagar, abri o roupão de cetim. Não escondi o sorriso ao ver o olhar de admiração e vontade. Usava um taileur preto,apertado. A saia curta exibia minhas pernas. Dançando no ritmo da música, comecei a abrir cuidadosamente a blusa. Enquanto dançava, olhava em seus olhos. Podia ver o quanto estava com vontade. Me aproximando, encostei na parede. Me esfregava nela, subindo e descendo lentamente enquanto dançava. Jogando a blusa sobre seu peito, sorri. Exibindo a camisa branca, me aproximei. Descendo o corpo, busquei seus lábios, mordiscando de leve. Me dirigindo à escrivaninha, busquei a taça de vinho. Bebi o conteúdo de uma única vez. Queria estar completamente desinibida. Ainda dançando, comecei a desabotoar a blusa. Dessa vez, estava diante de seu rosto. Retirando por completo, sorri, safada. Era apenas o começo. Exibindo uma lingerie preta, dançava languidamente. Subindo na cama, me coloquei sobre seu peito. Descendo a mão, acariciei o pescoço e deixei que meus dedos percorressem os lábios. Rebolando lentamente sobre seu peito, comecei a abrir o zíper da saia curta. Retirando, joguei sobre seu rosto. O olhar confuso contemplava o meu. “Como você se sente, meu bem? Tão indefeso agora...” Safado, sorria. Retribuindo o sorriso, me ergui. Descendo até suas pernas, desabotoei a calça. “Já disse que suas calças atrapalham muito a minha vida, meu bem?”. Arranhando a barriga devagar, desci a calça. Buscando seus olhos, acariciei meu objeto de desejo. Era delicioso tê-lo diante de mim novamente. Passando as unhas, senti o membro enrijecer ainda mais. Sorri. “Ah amor, mas você já está assim? A noite apenas começou”. Olhando em seus olhos, baixei a cabeça. Com a língua, acariciei apenas a cabecinha. Descendo mais a boca, comecei a baixar os lábios sobre o membro. Devagar, molhava toda a extensão dele até engoli-lo completamente. Era delicioso tê-lo dentro de minha boca. Lentamente, comecei a subir e descer. Dentro da boca, realizava movimentos com a língua, acariciando o membro duro. Adorava passar minha língua nele enquanto engolia por inteiro. Aumentando o ritmo, comecei a sugar mais depressa. Buscando seus olhos, notei o quanto estava satisfeito. Repentinamente, parei. “Ah amor, continua”. Sorri. Me erguendo, derramei leite condensado sobre o pênis duro. Desci o rosto devagar, lambendo a cabecinha. Aos poucos, aproximei os lábios e desci, sugando por inteiro. Saboreava deliciosamente o membro duro dentro de minha boca. Sugava como a um doce, com avidez e diversão. Olhando em seus olhos, notei o quanto estava louco. Me colocando de quatro, caminhei languidamente em direção a ele. Fazia isso com suavidade, percorrendo o peito com minhas unhas. Sorrindo, levei um dedo meu até sua boca. “Vamos amor, hora de sugar um pouquinho”. Senti os lábios umedecerem cada um dos meus dedos. Com um sorriso cínico, me ajeitei sobre seu peito, sentando. Desci novamente minhas mãos, dessa vez arranhando o pescoço. Rapidamente, desci minha mão em seu rosto, deixando estalar num tapa. Em retribuição, um sorriso. “Cadela”. “É amor? Porque?”. Outro tapa. Adorava fazer aquilo e sabia que ele não teria como se defender. Devagar, desci o corpo, sentando exatamente sobre o membro duro. “Ah amor... faz isso não”. “O que, meu bem? Não estou fazendo nada”. Disse isso rebolando devagar, me encaixando. Com as mãos, espalhei um óleo sobre a pele, massageando. Adorava senti-lo sob minhas mãos... Descendo o corpo, passei a língua levemente. Senti meu corpo ser jogado pra cima quando toquei a língua em seu corpo. O óleo esquentava o local onde minha língua percorria. “Meu deus... Pára com isso... Não vou suportar”. Sorrindo, continuei. Devagar, saboreava todo o peito com minha língua. Arranhando a barriga com minhas unhas, intercalava lambidas e beijos por todo o corpo. “E então, amor? Está gostando?”. Continuei lambendo seu corpo suavemente. Me erguendo, rebolei sobre o membro duro. “Acho que estou com vontade de sentir você agora amor...”. Sorri, safada. Afastando um pouco a calcinha, posicionei o membro duro na minha entrada. Rebolando sobre ele, sentia deslizar em minha umidade. Estava completamente molhada. Lentamente, desci o corpo deixando o membro duro penetrar em mim. Totalmente encaixada, rebolei suavemente. “Consegue me sentir agora, meu bem?”. Louca de vontade, comecei a rebolar um pouco mais rápido. Podia sentir o membro duro em meu interior, me preenchendo. “Está vendo amor? Uma pena que você não possa fazer nada, não?”. Comecei a me movimentar, subindo e descendo. Estava descontrolada. Subindo e descendo, rebolando, contemplava o olhar louco. “Por favor, meu bem... tire as algemas”. “Não”. Sorri. Indo e vindo cada vez mais rápido, senti o corpo se erguer sob o meu. Parando de me mover, sorri. “Quem disse que eu quero que você faça alguma coisa?”. Desapontado, seus olhos buscaram os meus. Reiniciei os movimentos, subindo e descendo. Cavalgava o membro duro com maestria e vontade. Estava completamente entregue ao desejo de possuí-lo daquela forma. Cada vez mais rápido, gemia alto. Podia ouvir o gemido tímido que saia de seus lábios. Sorrindo, coloquei uma mão sobre o peito. Cavalgava completamente à vontade. Subindo e descendo, senti o membro quase sair de dentro de mim. Indo cada vez mais rápido, ouvi sua voz implorar por meu gozo. “Amor, por favor.. goza agora... eu não agüento mais.. preciso ir junto contigo”. Com um ar sério, busquei seus olhos. “Não quero agora”. Continuei indo e vindo até me retirar por completo. “Não, não.. Não pára, meu bem”. Descendo o corpo, busquei o membro duro e ainda úmido com meu líquido.
Agarrando com uma mão, desci os lábios ávidos por satisfação. Engoli de uma única vez e comecei a mover a boca com rapidez. Estava louca de vontade de engolir cada gota. Sem parar, continuei indo e vindo, massageando o membro duro com minha língua. Sorrindo, ouvi o gemido descontrolado. “Vou gozar amor... agora”. Senti o líquido quente invadir meus lábios e retirei o membro de minha boca. Espalhando o líquido pelo meu rosto, saboreei. Era delicioso. Sugando cada gota, olhava em seus olhos. Estava satisfeito, apesar de indefeso. “Louca”. “Não amor... Sou completamente normal”. Me colocando de quatro, sorri. “Agora me solta meu bem... Preciso dormir”. “Não amor... Esqueci de dizer que a noite está só começando... Ainda tenho muitos planos pra você...”. Me colocando sobre seu peito, desci meus dedos, me tocando. “Ainda estou bem molhada e está na hora de você me deixar sequinha”.
Continua...
Escrito por Srta. às 15h00
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04/04/2008
Um retorno regado a vinho, devo dizer. Cá estou eu, de volta à minha casa, ao meu mundo. Romanticamente, ouso dizer que uma parte do que sou permanece lá. Como se uma transferência gratuita e inconseqüente houvesse sido feita sem minha autorização. No entanto, referendei todos os atos e palavras. Com uma certeza que assusta meus pobres lábios, pronuncio “sou dele”. Sim. Antes, eu já era. Agora, sou por inteiro.
Estou de volta ao Des e dessa vez volto por inteiro. Devo dizer que concretizei todos os meus objetivos e cheguei aonde pretendia chegar. E em breve, estarei de volta. Agora, inicio uma era de verdadeiras ‘confidências’. Dessa vez, escreverei sobre luxúria e desejo como quem contempla a si mesmo num filme colorido e movimentado.
Me deixo perder nas linhas... e já me perdi nas palavras, nos toques, no ser. Agora, ouso dizer, sou eu. Sem máscaras, medos, pudores, ressalvas. E que seja delicioso. Sento-me diante do palco e saboreio o vermelho das cortinas. É carne e sangue. Eu. Um sorriso sutil, inocente. E alguns passos.
De volta.
Escrito por Srta. às 14h59
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04/03/2008
Insone, me peguei (re)lendo Anais. Hoje, “Elena” preencheu meus minutos inquietos que beiram a entrada no mundo dos sonhos. Ali, dentro dela e entremeada em seus desejos e fixações, me vi. “Quanta petulância!”, diriam alguns. Me encontrei, me perdi. Como num filme, vi as loucuras, a entrega, o amor submisso e constante. Questionada por minha razão, estipulei um prazo para os quereres desenfreados: “A quanto tempo são capazes de resistir?”. Diante dos meus olhos, teatros enciumados, gestos descorteses, falsidade e arrogância. O que quererá de mim o querer que não se mostra? E quanto me digno a oferecer? Dentro de mim, uma batalha se trava. Onde quer que eu vá, sinto. E por sentir tanto, minha razão me tortura. Sinto como se fosse enlouquecer! Busco Anais, avalio suas palavras, estudo suas soluções. Algo há de me servir? Como Elena pode se abrir tanto e encontrar o bálsamo que regou seus dias? Como esse mesmo bálsamo da luxúria e da paixão podem me afetar tanto a ponto de preferir o irracional ao sensato? Queria eu que realmente estivesse aberta para as tais ‘novas experiências’. Tudo seria tão simples se assim fosse!
Teatro ensaiado. Humor alterado.
Sinto-me louca. E agora, digo diretamente, sem pudores. Ele me revirou, me abalou, me deixou completamente inconstante. Digam alguns “Passará!”. Ah, sim. Há algo que não passa? Eu quero a saciedade desse querer. Ou sinto o sabor entre meus lábios ou me entrego aos cuidados gentis a que se submetem os desprovidos de equilíbrio mental. Já nem equilíbrio possuo! “Sorri”, dizem uns outros. E não estou cá a sorrir?
Novos humores.
Vejamos o que me ocorre. Ou melhor, a que idéias me submeto nesse instante. De pés firmes no chão e cabeça erguida, eu ouso. “Enfrentas ou foge?”. Simples, não? Quem se importa?
O que eu quero?
Diversão? Sim, sim. Diversão descompromissada, descompassada, sem ritmo e inconstante. Desde que atenda pelo desígnio inicialmente dito por Diversão, eis que me ofereço para o abate. É sim, quero Diversão. A diversão com maiúscula, porque diz bem mais do que se pode supor.
Vãs, vãs, vãs. Ou te adoro ou te odeio. Maniqueísta por excelência, eu te pergunto: “O que hás de querer?”. Hora de dizer ou calar. Se cala, parto. Se dizes, talvez fico.
Normalidade instantânea? Tanto só pra dizer em uma palavra? Romantismo. Quero-te ontem, quero-te hoje. O amanhã, que logo se avizinha te quer também? Sei de mim, que te quero. Falta pouco, muito pouco. Pouco e ainda menos quando o sol despertar.
Incompreendida, sem sentido, sem métrica ou vocabulário atencioso. Que me importa? Escrever com alma é, repito, psicografar o sentir. E digo: trata-se aqui de uma confidência transmutada em confusão e loucura.
E, por fim, digo o que há de calar um dia: adoro-te como quem respira. Do ar que busco, busco a ti, que preenche, que inebria, que invade.
E Elena? Não se perdeu de Pierre. Achou-se a si mesma em outros braços, em outra boca, em outro membro, em outra vulva. Apesar disso, haveria de existir sempre Pierre. Daí, nasce o medo que sinto. Pierre e Elena... Até quando Pierre?
Escrito por Srta. às 14h58
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03/03/2008
Não suportava mais aquela troca de olhares. Eu sabia o quanto ele me desejava. Sempre que podia, suas mãos me acariciavam de uma forma mais insinuante. Estava louca para ficarmos juntos. No entanto, era praticamente impossível acontecer alguma coisa entre nós. Casa cheia, crianças pegando no meu pé. Vez ou outra, arriscava enviar mensagens picantes e sorrir vendo o quanto ele ficava desconfiado ao recebê-las. Naquele instante, estava sentada ao seu lado na mesa. Suas mãos comportadas não arriscavam um toque mais lascivo. Cruzando as pernas, pousei uma mão em seu ombro. Com a maior naturalidade do mundo, falava baixinho o quanto gostaria de ser possuída. “Amor, estou com tanta vontade de ter você...” Retribuindo meu olhar, sorria. Um sorriso safado, discreto. Por minutos que pareciam horas, permaneci ali. Aproveitando um raro momento de solidão na sala, arrisquei um beijo devasso. As mãos seguraram meu corpo, pressionando contra o assento da cadeira. “Não faça isso aqui... Por favor...” Sorri, safada. Adorava provocá-lo daquela forma. Me erguendo, avisei que desceria um pouco. Precisava ficar a sós com ele. Mais relaxado, senti a mão buscar minha cintura enquanto descíamos as escadas. “Eu não agüento mais... Preciso ter você... Logo”. Passando os dedos em seus lábios, sorri. “Ah amor, você sabe que não pode”. Quieta, ocultava minhas intenções. Pretendia tê-lo ali, naquele instante. Buscando sua mão, deixei que sentasse no canto mais escuro do play do prédio. Ainda de pé, me coloquei entre suas pernas. Há muito queria desfrutar sua boca. acariciando o rosto com os dedos, desci pelo pescoço. Contemplava seus olhos com uma sede que era quase palpável. Suas mãos desceram lentamente por minha cintura. Insinuante, uma delas pousou sobre a saia, me apertando. Sorri. Descendo o corpo, busquei os lábios deliciosos num beijo lento. Sugava a língua dentro de minha boca como há muito não fazia. Devagar, mordiscava os lábios, lambendo-os e beijando novamente. Minha língua percorria o interior da boca macia com suavidade. Deixando um joelho entre suas pernas, inclinei o corpo ainda mais. Buscando sua língua com a boca, sugava a língua lentamente. Intercalava pequenas mordidinhas nos lábios com beijos mais profundos. Adorava sentir a língua percorrer minha boca por completo. Sentia o ritmo acelerado da respiração e as mãos que me agarravam com firmeza. Se erguendo por completo, me pressionava contra a parede. “Não, meu bem. Alguém pode nos ver...” “Quem se importa? Estou louco por você. Não é possível que nem te beijar eu possa”. Sim, ele podia. Devia, na verdade. Erguendo uma perna, puxei seu corpo contra o meu. Uma mão desceu pelo meu bumbum, me erguendo. Gemi em seus lábios. Podia sentir a pressão do membro duro entre minhas pernas. Minha saia já estava completamente erguida. Empurrando seu corpo, fiquei parada, olhando seu olhos. As mãos buscavam minha cintura, me trazendo pra perto. “Não meu bem, aqui não”. “E porque você me provoca tanto se não podemos fazer nada agora?”. Em resposta, sorri devassamente. Desci minha mão por dentro da saia, me tocando. Estava molhada. Muito. Seu olhar era de confusão e loucura. molhando meu dedo em meu líquido, levei até seus lábios. “Sente, meu bem. Não é delicioso?”. Empurrando o corpo e andando languidamente, sorria. “Quer agora, meu bem?”. Me agarrando novamente, senti os dedos fortes pressionarem minha pele. Doía. “Calma, meu anjo. Vem comigo. Quero te mostrar uma coisa”. Puxando pela mão, fiz com que viesse atrás de mim. Certificando-me de que ninguém veria, caminhei em direção ao banheiro do play. Abrindo a porta com cuidado, mostrei um cantinho escuro. Seus olhos buscaram os meus, agradecidos. Fechando a porta atrás de nós, sorri. “E então amor? Aqui podemos namorar direito?” Em resposta, meu corpo foi empurrado contra a parede. Senti os dedos descerem por minha calcinha, arrancando-a. “Ah safadinha, essa você vai deixar no meu bolso agora. Vai voltar pra casa sem nada por baixo.”. “E quem disse que preciso dela, meu bem?”. Um dedo desceu por dentro de minha saia, me invadindo. Senti a pressão de ser invadida por ele. Com movimentos circulares, buscava me deixar ainda mais molhada. Minha boca era sugada com avidez. Louca, empurrei o corpo contra a porta, retirando o dedo de meu interior. “Não”. “Como é?”. Calei seus lábios com um dedo. “Não quero que faça barulho”. Devagar, desci o short. Encontrei o membro duro sob a cueca. Podia senti-lo completamente pronto para me invadir. Mas ainda era cedo. Sorrindo, mordiscava seus lábios enquanto acariciava a glande com suavidade. Me ajoelhando, olhei em seus olhos. Apesar da escuridão, podia ver a loucura delineada no olhar. “Cachorra. Então pra isso você me trouxe aqui?”. Lambendo apenas a cabecinha, sorri. “Não, cachorrinho. Não trouxe você aqui só pra isso”. Massageando a glande com meus dedos, passava a língua vez ou outra, sentindo o gosto do membro duro. Descendo minha mão por ele, senti a dureza. Adorava senti-lo daquela forma. Com a boca, lambi embaixo. Comecei pelas pernas, entre elas. Sentia os pêlos que se perdiam em minha saliva. Subindo com a língua, senti o quanto era duro. Percorrendo toda a extensão dele, lambi de uma única vez. Era delicioso. Dentro de minha boca, deixava minha língua saboreá-lo com intensidade. Suavemente, desci minha boca, engolindo-o inteiro. Adorava quando podia tê-lo entre meus lábios. Devagar, indo e vindo, comecei a sugá-lo. Suas mãos desceram pelos meus cabelos, agarrando com delicadeza. Chupava o membro cada vez mais rápido, como se quisesse engoli-lo por inteiro. Parando, olhei em seus olhos. “Continua amor. Quero gozar agora”. “E quem disse que eu quero que goze agora?”. Me erguendo, busquei os lábios, mordiscando. “Você não pode fazer isso, meu bem. Que tipo de cadelinha deixa o dono insatisfeito?”. Descendo as mãos, encontrei o membro ainda duro e úmido com minha saliva. Massageei suavemente. Sussurrando em seus lábios, falei todas as loucuras que queria fazer. Me virando de costas, esfreguei o corpo contra o seu. Ergui minha saia, ficando completamente exposta. “E então, amor?”. Bruscamente, suas mãos me empurraram contra a pia. Sorri. Era exatamente daquela forma que o queria. Louco, insano. Uma mão desceu por meu interior rapidamente. Minha cintura foi arrastada contra seu corpo e senti o membro duro entre minhas pernas. Se esfregando em mim, senti enquanto ia e vinha. Rebolando devagar, virei o rosto. “Aqui, amor?”. “E porque não? Ou você quer me dizer que veio aqui só pra me provocar e voltar pra casa?”. Erguendo um pouco o corpo, senti quando o membro se insinuou entre minhas pernas, querendo entrar. Descendo minha mão, direcionei a cabecinha em minha entrada. Não deveria aprontar ali, mas não suportaria voltar pra casa insatisfeita. Rebolando, me empurrei contra seu corpo, sentindo o membro duro penetrar completamente. “Isso cadelinha. Mostra o quanto você está louca para me dar.” Dentro de mim, começou a se mover devagar. Gemendo baixo, sentia cada estocada. Era delicioso. Aumentando o ritmo, começou a me penetrar com violência. Ergui o corpo, ficando ainda mais empinada. Estava completamente exposta e podia sentir o corpo se chocar contra o meu. Um misto de dor e prazer faziam meu corpo tremer. Estava louca, descontrolada. Rebolava, me deixava perder. Sentia o pênis duro me invadir. “Vai cachorrinha, geme. Geme alto e mostra pra todo mundo o quanto você adora dar pra mim.”. Mordendo os lábios, contive um grito. Indo e vindo, indo e vindo. Completamente ofegante, ouvia palavras devassas serem ditas próximas à minha nuca. Adorava tudo aquilo. Arranhando as unhas na parede, senti o gozo quente dentro de mim. Um tremor percorreu meu corpo e gozei. Estava completamente satisfeita e sem forças. Retirando-se de mim, me virei, olhando em seus olhos. Estava suada e cansada. A boca buscou a minha com suavidade. Descendo pelo meu ouvido, sussurrou baixo: “Já sei onde trazer você quando quiser te provar”. Sorri, ajeitando a roupa.
Escrito por Srta. às 14h55
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28/02/2008
Naquele dia, as coisas seriam diferentes. Era a primeira vez que realizaria uma fantasia antiga. E sabia que aquela também era uma fantasia dele. Havia escolhido uma saia curtíssima e uma blusa justa e decotada. Um salto alto e a maquiagem pesada finalizaram a produção. Unhas e lábios estavam pintados de vermelho, combinando com a personagem que eu representaria. Naquela noite, faria tudo o que desejava há muito tempo. Seria dele e agiria como uma desconhecida. Excitada com a loucura que pretendia fazer, liguei, marcando um encontro. Do outro lado, a voz ainda era desanimada. “Queria te pedir para me buscar. Você pode?” Sim, ele podia. Estava louca para reencontrá-lo. Um táxi me levou até a rua onde esperaria por ele. Sabia dos riscos que corria, mas era inevitável não estar ali: fazia parte da fantasia. Com os olhos, percorri a rua em que estava. A quantidade de mulheres que se exibiam em trajes sumários era imensa. De pé, um frio percorreu meu corpo. Estava excitada. Quieta, aguardei. Satisfeita, sorri quando um carro me abordou. Aquele era um sinal de que a personagem era convincente. Não tão longe, notei quando seu carro se aproximou. Parando ao meu lado, sorri. “Interessado em um programa, senhor?”. Notei o sorriso safado que se delineou em seu rosto. Estava absurdamente satisfeito. “Quanto você cobra?”. Interpretando, ofereci meu preço. Receberia pelo serviço prestado. Já dentro do carro, me portei como uma completa desconhecida. “Vamos, meu bem. A noite é longa e quero que você comece logo”. Sorri. “Quanto mais eu fizer, mais caro será”. “Pago o preço que for”. Com as mãos ágeis, desabotoei o cinto e abri o botão da calça. Descendo a cabeça até ele, lambi o membro duro. Sem conseguir resistir, desci meus lábios por ele, engolindo. Era delicioso. Passando os dentes de leve, subia e descia a cabeça enquanto ele dirigia. Chupava com gosto, sentindo o pênis duro entrar e sair entre meus lábios. Uma mão agarrou meus cabelos. “Isso putinha, chupa direito”. Ainda mais excitada, continuei a sugar. Indo e vindo com a cabeça, não me dei conta de quando chegamos ao motel. “Não, putinha, não quero que pare”. Sem parar, continuava chupando seu pênis com gosto. Indo cada vez mais rápido, queria engoli-lo inteiro. Bruscamente, uma mão segurou meus cabelos, me erguendo. “Saia do carro agora”. Obediente, saí. Caminhando em sua direção, rebolava devagar. Estava excitada com a personagem. “E então, amor, o que você quer que eu faça?”. Uma mão forte me agarrou e me empurrou contra o carro. Pressionando o corpo contra o meu, sua língua desceu pelo meu pescoço. Mordia cada pedaço como se quisesse arrancar. Com violência, se esfregava entre minhas pernas. Sorri safada quando fui empurrada contra o capô do carro. Minhas pernas pendiam, me deixando exposta. Ágeis, suas mãos buscaram minha calcinha, rasgando-a com força. “Pensei que putas já andassem prontas para serem comidas”. Mordi os lábios. Sem qualquer aviso e erguendo minhas pernas, arrastou meu corpo. Estava completamente exposta. Senti quando minhas pernas foram colocadas em seu ombro e quando o pênis duro buscou minha entrada com voracidade. De uma só vez, me estocou. Gritei. “Isso, putinha. Grita alto, vai” Estava completamente entregue. As mãos abriram ainda mais minhas pernas, me deixando totalmente desprotegida. Começando a ir e vir, sentia o corpo bater contra o meu. Seus gestos eram bruscos e violentos. Aumentando o ritmo, me penetrava cada vez mais fundo. Um misto de dor e prazer se encontravam dentro de mim e gemi baixo. Buscando apoio no carro, gritei. Sem diminuir o ritmo, o membro duro me invadia com força. Uma mão segurou minha cintura enquanto a outra estalou em meu rosto. Uma mistura de loucura e medo invadiu meus pensamentos. Sem parar, seu corpo buscava o meu com voracidade. Estava louco. Indo e vindo com violência, senti quando o líquido quente me preencheu. Cansado, seus olhos buscaram os meus. Retirando o membro do meu interior, uma mão me arrastou, me fazendo subir as escadas. Abrindo a porta, fui jogada sobre a cama. Arrancando de vez a calça, um olhar lascivo buscou o meu. “Vamos, cadelinha. Ainda quero fazer muita coisa hoje”. Sorri, passando a língua nos lábios. Indo em sua direção, me ajoelhei. Ao meu lado, notei os espelhos que estavam por toda parte. “Hora de trabalhar, hein? Deixa ele durinho de novo agora”. Sim, eu deixaria. De joelhos, busquei o pênis, acariciando com minha mão. Contemplando seus olhos, visualizei um lampejo de prazer. Lambendo mais embaixo, coloquei um dos testículos na boca. Devagar, saboreando. Minha língua percorreu toda a base do pênis com presteza. Subindo até a glande, saboreei o líquido que ainda restava. Era delicioso. Engolindo o membro, olhei no espelho. Era maravilhoso tê-lo na boca daquela forma. Podia ver meus lábios vermelhos sugando seu pênis, deixando-o completamente rijo. Indo e vindo com os lábios, chupava ardorosamente. “Isso prostitutazinha. Mostra o que você sabe fazer com a boca. Só vou te pagar se fizer direito”. Sorri. Meus lábios continuaram a buscar o membro duro, indo e vindo. ‘Pára agora. Quero que você suba na cama e fique de quatro pra mim. E quero agora.” Obediente, me ergui. Subi na cama devagar, rebolando. Podia ver o sorriso de satisfação em seu rosto através do espelho. De quatro, me virei. “Assim que quer?”. “Exatamente assim. Só quero que vá um pouco mais para o meio da cama.” Obedeci. Rebolando novamente, me dirigi ao meio da cama. Estava completamente exposta. Empinando um pouco mais o bumbum, virei o rosto em sua direção. ‘Quero que se toque agora”. Descendo a mão, busquei meu interior. Ainda podia sentir a umidade do gozo anterior. Devagar, comecei a me tocar, rebolando em meus dedos. Era excitante fazer aquilo. “Isso, cadelinha. Mostra o que você sabe fazer”. Completamente esquecida de mim, aumentei a fricção dos dedos. Estava louca para gozar. Gemendo, enlouquecia gradativamente. Senti quando seu corpo buscou o meu. De joelhos, se aproximou, apontando o membro duro em meu interior. Pincelando devagar, senti quando colocou a cabecinha. Devagar, se colocava dentro de mim. Uma mão buscou minha cintura, me agarrando e me deixando ainda mais empinada. “Assim. Fique empinadinha”. Eu já estava. Rebolando em seu membro, senti quando entrou por completo. O peso do corpo caiu sobre o meu e gemi. “Gosta de dar assim, vadiazinha? Acho que toda puta adora, não é?” Rebolando, sentia o membro ir e vir dentro de mim. Estava completamente insana. Louco, uma mão agarrou meus cabelos e a boca buscou meu ombro. Mordia com vontade, me deixando marcada. Atrás de mim, seus movimentos eram rápidos e fortes. Indo e vindo cada vez mais rápido, sentia o membro duro me preencher. Descontrolada, não esbocei reação alguma quando seu dedo me tocou em outro lugar. Devagar, senti a pressão que exercia à medida que o membro duro entrava e saia de mim. Agarrando os lençóis, senti o dedo invadir meu interior. Devagar, indo e vindo, seu dedo acompanhava o ritmo do membro duro. Gemi alto, mordendo os lábios. Não queria ali. Não ainda. Indo e vindo cada vez mais rápido, senti o corpo bater de encontro ao meu. Rebolava devagar, sentindo o membro duro me preencher. Devassa, insana. Estava entregue a ele. Gemendo alto, senti o gozo me invadir mais uma vez. Gritei, descontrolada. Caindo entre os lençóis, senti o peso do corpo contra o meu. O membro duro ainda me preenchia. Sorrindo, agradeci. Era delicioso. *
*Continua...
Escrito por Srta. às 14h55
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25/02/2008
Quem sou eu hoje?
Pra começar, estou insatisfeita. Insaciável eu sempre estou, mas hoje, estou insatisfeita. Não uma insatisfação referente a prazeres quaisquer. Minha insatisfação é puramente sexual. Quero ser saboreada hoje. Nada de carinhos ou corte masculina. Quero as mãos firmes arrancando minha roupa, me jogando numa parede e me possuindo com força e voracidade. Não quero flores nem que abram a porta do carro pra mim. Eu só quero o sexo, puramente. Quero o beijo abrasador que desperte em mim um desejo tão intenso que eu me entregue onde estiver. Que minha boca não profira palavras doces ou de cuidado. Quero falar as mais torpes coisas e experimentar as mais impossíveis posições.
Hoje, eu não quero carinho. Estou pouco me lixando para compromissos ou carências, hoje eu não pertenço a ninguém. Quero passear a boca por um corpo qualquer (porque hoje, quero que ele seja um qualquer). Quero que minha boca macia saboreie um membro duro por longos minutos e que eu possa sentir o sabor delicioso de um homem. Quero que as mãos insanas guiem minha cabeça, puxem meus cabelos com posse. Quero sentir um homem aqui, nessa boca. Quero agora. Desejo.
Hoje, acho que não acordei santinha (acho? Tenho certeza de que não!). Despi minhas vestes de garota de família. Hoje, sou uma mulher como outra qualquer. Cônscia de mim, dos meus desejos. Não sou um rótulo nem outro qualquer. Não sou freira, nem sou puta. Sou ambas. Sou tudo e quero tudo. Hoje, quero apenas sexo. O resto? Deixo pra querer amanhã.
Escrito por Srta. às 14h52
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25/02/2008
Era a primeira vez que entrava no quarto dele. Antes, todas as loucuras haviam sido experimentadas em outros cômodos ou lugares. Nunca ali. Percorrendo o local com o olhar, notei a cama de solteiro. Seria interessante dormir ali e sentir o corpo dele colado ao meu. Andando em direção à janela, abri. Lá fora, a vista era linda. O ar fresco e o verde estavam por todo lugar. Da janela, podia avistar outras casas e as pessoas que passavam na rua. Debruçando sobre ela, contemplava o nada, quieta. Ainda não estava cansada de tudo aquilo. Pelo contrário, nunca antes eu me sentira tão insatisfeita e insaciável. Queria experimentá-lo mais uma vez. Chamando seu nome, me assustei ao notar que ele me observava encostado na porta. “Vem aqui, amor”. Caminhando em minha direção, os olhos lascivos buscaram os meus. Sabia que nenhum dos dois estava satisfeito. Debruçada novamente na janela, continuei quieta. Postado ao meu lado, uma mão acariciou minha cintura. Sorri. Adorava aquele gesto tolo e que me dava tanto prazer. “Com vontade, amorzinho?”. Eu sempre estava com vontade. Era impossível não querer. Descendo mais a mão, senti quando acariciou meu bumbum sobre a saia curta. “Você adora saias curtas, hein?”. “Como se você não adorasse também”. Sorri. “Elas facilitam as coisas”. Em segundos, as mãos fortes me trouxeram pra perto, colando o corpo ao meu. Atrás de mim, senti quando afastou meus cabelos com delicadeza. “Aqui não amor... Temos uma cama agora, esqueceu?”. Em resposta, uma mão desceu por minha saia, invadindo meu interior. Senti a calcinha descer devagar, sendo puxada pelos dedos ágeis. “Não amor...”. Um arrepio percorreu meu corpo quando a boca beijou minha nuca. Um beijo molhado, lento. “Não quer amor? Se você não quiser, eu paro agora”. Não queria que parasse. Sabia que as pessoas continuavam passando na rua, mas não queria parar. Esfregando o corpo contra o meu, senti o volume entre suas pernas. O corpo pressionava o meu contra o parapeito da janela, me deixando completamente exposta. Minhas mãos buscaram apoio na janela, tentando disfarçar o que acontecia. Novamente a boca subiu pela minha nuca, beijando. Em meu ouvido, sussurrava palavras loucas. Sim, mais uma vez eu queria. Estava louca para me entregar a ele. Era assim todo o tempo. Erguendo um pouco o corpo, deixei meu corpo ainda mais exposto. A saia curta subiu devagar, me deixando completamente entregue. Rebolando devagar, senti o volume sobre a calça. Uma mão desceu pela minha cintura, colando nossos corpos. Movendo-se atrás de mim, pressionava meu corpo contra a parede. Cravando as unhas na janela, ergui o corpo. Adorava quando ele me tomava daquela forma. Não havia saída. Contemplando a rua, as pessoas continuavam andando normalmente. Contive um gemido quando a mão desceu pela minha cintura e buscou meu interior. “Molhadinha amor? Quer me dar agora, hein?”. Sim, eu queria. Notei quando desabotou a calça devagar, deixando-a cair. “Amor... Vamos pra cama... Aqui podem notar”. “Não, cadelinha. Você não disse que queria experimentar tudo? Aqui você só vai precisar se controlar e manter sua carinha de santa enquanto dá pra mim”. Mordi os lábios. Ele sabia como me deixar louca. Completamente entregue, senti quando a mão guiou o membro até mim. Pincelando devagar, colocou apenas a cabecinha. Sorri. Adorava a possibilidade de fazer daquela forma. Estava completamente entregue a ele. De uma só vez, estocou em mim enquanto sorria. Minhas mãos buscaram apoio na janela e contive um grito. Indo cada vez mais fundo, gemi baixo. “Lembra amor? Você precisa ficar quietinha e fazer cara de santa”. Me virando, contemplei os olhos devassos. “Como você quiser, cachorrinho”. Estocando rápido novamente, contive outro grito. Sorri. Senti quando o membro duro começou a ir e vir em mim. Na rua, as pessoas passavam, alheias ao que acontecia na janela. Se movendo devagar atrás de mim, o membro ia cada vez mais fundo. Rebolando um pouco, senti o membro duro entrando lentamente. Adorava estar daquele jeito. Agarrando a janela, senti quando aumentou o ritmo. Com a boca colada em meu pescoço, me dizia as mais tórridas loucuras. Apoiada no salto, fiquei completamente empinada, sentindo o membro entrar e sair cada vez mais rápido. Mordendo os lábios, gemia baixo. Ouvia o barulho surdo do corpo que se chocava contra o meu. Insano, me penetrava cada vez mais forte e rápido. “Vai amorzinho, quero que goze aqui. Quero que todo mundo veja o quanto te deixo satisfeita e louca” . Sim, eu estava completamente louca. Gemendo baixo, a vontade que sentia era de gritar. Apertando o parapeito da janela com força, senti o gozo que me invadia, se misturando ao meu. Minhas pernas tremeram e suspirei alto. Havia adorado. Olhando a rua, não contive um sorriso. Atrás de mim, a voz era ofegante. Permaneci ali, contemplando as pessoas. Atrás de mim, podia senti-lo ainda me preenchendo. Uma mão acariciou minha cintura carinhosamente. Em meu ouvido, a voz doce repetia o quanto me adorava. Sorri. Eu também o adorava demais.
Escrito por Srta. às 14h52
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22/02/2008
Talvez eu devesse mentir aqui, já que sei que todas as minhas palavras serão lidas. Dizem que esconder o que se tem dentro do coração é uma das maneiras de não se entregar ao outro. No entanto, tampouco me importam os jogos de poder... eu já estou entregue. Já me perdi por ele, já esqueci de me achar. Sou dele desde aquela tarde, quando descobri que havia feito uma escolha inconsciente. Me peguei relembrando as brincadeiras tolas, as mensagens trocadas. Foi ali que me deixei perder. E lembro que comecei a escrever pra ele. Queria que ele lesse, embora soubesse que ele jamais imaginaria ser o destinatário de tanto querer. E era ele. Sempre foi. Ainda hoje, me pergunto como tudo começou. Há um abismo entre nós e me pergunto se algum dia ele poderá ser transposto. Apesar disso, é impossível não planejar, não fantasiar, não partilhar.
Sou dele, por completo. Revirada, inspirada, desconcentrada. Sou dele em todos os aspectos, mesmo no meu jeito relapso e inquieto. Dele e de ninguém mais. Sem ele, sinto como se me faltasse a tal terceira perna. Certo, posso viver sem ela, mas sem ela, não consigo ser quem sou por inteiro. Enquanto mulher que sou (e dele), sou a mais tola das criaturas, a mais feliz, a mais completa. Até quando? Ah se tudo na vida trouxesse metade da felicidade que ele me traz... Certamente meus sorrisos seriam mais freqüentes, minha vida seria mais inebriante.
Sim, estou completa e perdidamente esquecida de mim. Dele... E só dele...
P.S. De volta... E dessa vez, pra ficar...
Escrito por Srta. às 14h51
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22/02/2008
Não era nada fácil contemplar aquele corpo e não pensar as mais tórridas loucuras. Eu o desejava. Ali, diante de todos, eu o queria. Sem poder me entregar, disfarçava os olhares lascivos. Estar em família com ele era um sacrifício. Precisava ocultar meu desejo, aguardar as oportunidades adequadas. Nos raros momentos de solidão, deixava meus lábios buscarem os dele com avidez e loucura. Num simples beijo era capaz de mostrar o quanto estava louca de saudade. Naquele momento, contemplava os gestos firmes envolvidos numa brincadeira infantil. Esperava ansiosamente o momento em que ficaríamos a sós. Alguns minutos depois, vi quando se dirigiu à cadeira, sentando. Me contemplava de longe, sorrindo. Andando até ele, abracei seus ombros, sussurrando em seu ouvido. “Eu quero você agora. Estou louca pra ser possuída”. Disse isso com a cara mais santa do mundo, olhando para todos ao redor. Ninguém seria capaz de imaginar. Ele, por sua vez, sorriu. Uma mão buscou minha cintura, me trazendo pra perto. “Senta no meu colo amor. Você não vai querer que percebam como estou ficando agora”. Sorri, sentando. Colando o corpo ao dele, me aconcheguei em seu peito. Adorava ficar daquela forma. Me movendo devagar, senti o membro que ficava cada vez mais duro embaixo de mim. “Você não vai poder levantar daqui tão cedo”. “E quem disse que eu quero?”. Me movi lentamente. Uma mão pousou em minha perna. Comportado, apenas acariciava devagar. Quieta, esperei todos saírem. Com os olhos fechados, fingia estar sonolenta. Sentia o calor do seu corpo e a vontade que se avolumava embaixo de mim. Sozinhos, busquei os lábios com vontade. Estava louca para provar a boca, as mãos, o corpo. Me erguendo um pouco, arranquei a calcinha. Sentada, rebolei sutilmente sobre seu corpo enquanto beijava a boca. Uma mão invadiu meu interior, me tocando. Estava insano. Abrindo as pernas, deixei a mão possuir meu interior com vontade. Buscando meu ouvido, sussurrava todas as loucuras que pretendia. Falava obscenidades. Eu apenas sorria, devassa. Me erguendo novamente, abri o short, descendo um pouco. “Precisamos ser rápidos amor”. “Ah meu bem, eu pensei que você quisesse aproveitar um pouco”. Sorri. Sim, eu queria aproveitar. Me ajoelhando diante dele, tomei seu membro com minha mão. “Está com saudade, amor?”. Uma mão acariciou meus cabelos. “Vai cadelinha, sei que você anda com saudade dele”. Segurando o membro duro com uma mão, massageei de leve. Adorava senti-lo entre meus dedos, subir e descer com a mão, vê-lo crescer ainda mais. Descendo a boca, lambi embaixo. Subindo um pouco mais, eu o lambi inteiro. Era delicioso. Buscando a cabecinha, acariciei com o dedo, massageando. Minha língua desceu, lambendo devagar. Sem conseguir resistir, deixei minha boca descer sobre o membro duro. Beijando lascivamente seu membro, suguei com força. Adorava tê-lo entre meus lábios. Desci a boca devagar, sentindo cada centímetro do membro duro. Subindo e descendo com a boca, ouvia os gemidos abafados. Buscando seus olhos, notei o quanto estava louco. Arranhando de leve com os dentes, desci meus lábios. Subindo e descendo, saboreava cada pedacinho dele. Adorava tê-lo em minha boca. Adorava sentir a loucura que invadia aquele corpo cada vez que eu sugava o membro duro. “Pára amorzinho. Quero que sente em mim agora”. Olhando em seus olhos, me ergui. “Não quer que eu saboreie você, amor?”. Fazendo um gesto negativo com a cabeça, me puxou pra perto. Me aproximando, busquei o membro duro ainda molhado com minha saliva. “Quer que eu sente em você, meu bem?”. “Sim, cadelinha, quero que sente agora.” Segurando nele, brinquei um pouco na minha entrada. “Quer amor?”. Rebolando devagar, deixava a cabecinha percorrer meu interior. Lentamente, com uma mão em seu ombro, comecei a descer. Mordendo os lábios, sentia o membro duro me invadir. Descendo completamente, rebolei um pouco, me ajustando. Era delicioso sentir o membro duro dentro de mim, me preenchendo. Busquei os lábios com avidez. Aos poucos, comecei a subir e descer, rebolando constantemente. Devassa, perdi o controle. Já não queria ir devagar, queria sentir o membro subindo e descendo com força. E sentia. Subia e descia com loucura, cavalgando o membro duro. Podia senti-lo inteiro enfiado em mim, me preenchendo, me rasgando. Mordendo os lábios, sorri. Uma mão agarrou meus cabelos enquanto a outra buscou meu rosto num tapa leve. Sorri. “Você merece amor, sabia? Anda tão má comigo...”. Descontrolada, continuei subindo e descendo. Adorava ser possuída daquele jeito. Novamente uma mão se perdeu em meu rosto. “Que tipo de cadelinha é tão má com o homem que adora, hein? Pensei que você não conseguisse viver sem mim, meu bem.”. Gemendo, sorri. Eu não conseguia viver sem ele, sabia disso. Estava louca, perdida. Subindo e descendo, sentia a mão agarrar meus cabelos com força. “Vai amor, dá pra mim. Mostra o quanto você gosta de me ter enfiado em você”. Indo mais rápido, cavalgava o corpo com loucura. uma mão apertava meu bumbum com força, me deixando marcada. Gritando como louca, me deixei cair em seu corpo. Havia gozado loucamente. Contemplando seus olhos, sorri. Levantei rápido, me ajoelhando diante dele. Queria saborear o gostinho delicioso. E sabia que há muito ele queria daquele jeito. De joelhos, apertei o membro duro entre minhas mãos. Lascivamente, o coloquei entre meus lábios. Indo e vindo com minha boca, sugava com rapidez. Indo e vindo sem parar. Uma mão desceu pelos meus cabelos, guiando minha cabeça com agilidade. Subia e descia rápido, louca. “Vai amor, quero gozar na sua boquinha linda”. Cada vez mais rápido, senti quando o leite quente escorreu em minha boca. retirando a boca, guiei o líquido até minha língua, saboreando. Safada, apertei o membro entre as mãos. “Quero beber você inteiro amor. Quero te deixar sequinho”. Passando a língua, saboreei cada gota. Era delicioso. Notei o sorriso satisfeito e sorri. Mais uma vez, havia sido perfeito.
Escrito por Srta. às 14h51
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12/02/2008
“Todas as estrelas podem brilhar Todas as nuvens podem ser brancas Mas quando você sorri Ah como eu me sinto bem Tão bem que mal posso esperar pra abraçar você apertar você”
All mine, Portishead
Aprisionada pelo sentir que liberta... Livre... Pra ser dele...
Escrito por Srta. às 14h50
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11/02/2008
Subindo às escadas, ouvi quando o celular tocou. Em minhas mãos levava uma calda de chocolate. Estava louca para experimentá-la. Sentado no sofá, exalava seriedade. Com uma mão, me pediu para fazer silêncio. Obediente, assenti. Abrindo a calda, deixei uma gota escorrer em meu dedo. Saboreei. Era deliciosa. Vi quando os olhos contemplaram meu gesto, sorrindo. Encarando-o, uma idéia surgiu em minha mente. Sabia que ele me mataria se fizesse aquilo, mas queria demais. Caminhando languidamente em direção ao sofá, me inclinei beijando de leve o queixo. Devagar, me ajoelhei diante dele. Seus olhos estavam confusos. Passando as unhas por sobre a camisa, sorri. Descendo cada vez mais com meus dedos, encontrei o short. Lentamente, sem fazer barulho, comecei a baixar o short. Sussurrando baixo, pedi que se erguesse o suficiente para que eu pudesse tirar tudo. Seus olhos imploravam para que eu parasse. Uma mão segurou meu queixo. “Por favor... agora não”. Sabia com quem ele falava e não estava preocupada. Baixando a boca, passei a língua em seu membro. Um beijo molhado, sugando a cabecinha fez o volume aumentar. Sorri. Apesar da proibição, sabia que ele queria. Com a calda em uma das mãos, segurei em seu membro, fazendo com que escorregasse no sofá. Sabia o quanto aquele gesto o deixaria confuso e insano. Olhando em seus olhos, derramei a calda em seu membro duro. Sorrindo, baixei o rosto. Queria sugar cada gota da calda. Passando a língua de baixo até em cima, senti o gosto doce do chocolate. Era delicioso. Agarrando o sofá com a mão livre, vi quando mordeu os lábios. Estava excitado. Do outro lado do telefone, ouvia aquela voz. Descendo novamente a língua, lambi seu membro duro. O corpo tremeu de excitação e a voz ficou rouca. Sorri, safada. Descendo a boca, beijei a cabecinha. Um beijo molhado, sugando devagar. Ainda sentia o gosto do chocolate. Deixei minha boca descer cada vez mais, engolindo o membro duro. Subindo novamente, deixei meus dentes arranharem de leve. Um gemido abafado escapou dos seus lábios. Era divertido vê-lo totalmente entregue a mim. Colocando a boca novamente, deixei meus lábios descerem. Minha língua massageava o membro com suavidade. Comecei a subir e descer carinhosamente. A voz ao telefone ficava cada vez mais rouca, descontrolada. Subindo e descendo lentamente, sentia o membro duro na minha boca. Deliciosamente duro. Continuei indo e vindo com a boca. O corpo entregue já era todo meu. Sorri, retirando a boca e olhando em seus olhos. Estava suado e ofegante. “Quer que continue amor?”. Sussurrei baixo. Enquanto isso, massageava o membro duro com uma mão. “Quer, meu bem?”. Beijei novamente a cabecinha. Um beijo molhado, sugando de leve. “Quer?”. Suas palavras ao telefone eram totalmente sem sentido. Estava descontrolado. Sorri, massageando o membro com a mão. Olhando em seus olhos, lambi a cabecinha devagar. Lambia lentamente, como a um doce. Contive uma risada quando a voz embargada tentava justificar o que estava acontecendo. Dor. Eu sabia que tipo de dor. Sorri, me erguendo. “Por favor amor, só mais uns instantes. Eu prometo...” Sem tirar os olhos dos seus, tirei a calcinha devagar. “Você é louca... o que...”. Sentando em seu colo, de frente, sorri. Comecei a beijar o pescoço. Um beijo molhado. Sugava, deixando marcas. Meus dentes passeavam, dando pequenas mordidas. Já não falava mais, apenas ouvia o que ela tinha a dizer. Sabia que ele não conseguia mais se controlar. Sorri, safada. Adorava vê-lo daquele jeito. Me erguendo um pouco, segurei o membro, posicionando em minha entrada. Mordendo os lábios, olhei em seus olhos enquanto tentava me encaixar. Sem qualquer aviso, me deixei descer de vez. O peso do meu corpo arrancou um grito. Sentada nele, sorri novamente. Do outro lado, ela gritava. O que está havendo, ela queria saber. “Dor, estou sentindo dor”. Buscando uma mão que repousava sobre o sofá, levei um dos dedos à boca. Suguei de leve. Notava o quanto ele se esforçava para se manter calmo. Lentamente, comecei a me mover devagar. Subindo e descendo, não deixava de olhar em seus olhos. Seus lábios ensaiavam palavras que não saiam. Eu apenas sorria. Um sorriso safado, de satisfação. Indo e vindo, rebolava me ajustando ao seu corpo. Ofegante, suas palavras eram desconexas. Uma mão buscou meu bumbum, me guiando. Finalmente, ele se entregava. Sorrindo, falava o quanto eu era louca. Sem parar, eu apenas rebolava, indo e vindo. Estava adorando. Sua mão me guiava, me fazendo aumentar o ritmo. A voz ao telefone era monossilábica, inexpressiva. Aumentando ainda mais o ritmo, sussurrei perto do seu ouvido. “Quero que você me encha com seu líquido amor. E quero agora”. Inventando uma desculpa qualquer, pediu um tempo ao telefone. Sabia que ela ainda esperava. Silenciosamente, me movia em seu corpo. A boca buscou a minha com avidez. Estava descontrolado. “Vai cadelinha. É isso que você quer”. Sorri. Sim, era o que eu queria. Aumentando cada vez mais o ritmo, senti uma mão que agarrava minha cintura, me trazendo pra perto. Louco, movia o corpo para cima, me estocando com força. Mordi os lábios tentando controlar o grito que ameaçava sair. Indo cada vez mais rápido, senti quando o líquido quente jorrou dentro de mim. Descontrolada, me deixei cair sobre seu corpo. Havia gozado loucamente. Suada e cansada, busquei seus lábios. Me trazendo ainda mais para perto, buscou minha boca num beijo lascivo e molhado. Sorrindo, me afastei. “Acho que tem alguém no telefone te esperando”. Uma mão desceu, encontrando o aparelho. Sorrindo, desligou. “Agora é só você que interessa”. Mais uma vez, busquei os lábios num beijo tranqüilo. Cansada. “Meu bem, você é louca”. Sim, eu era.
Escrito por Srta. às 14h49
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11/02/2008
Acordei com a mão percorrendo a linha das minhas costas. Subindo e descendo com os dedos, me acariciava lentamente. Aos poucos, senti o corpo colar ao meu e a respiração forte próxima da minha nuca. Uma mão desceu pela lateral de minha cintura chegando até minhas pernas. Senti um arrepio quando os dedos subiram lentamente por dentro do vestidinho que eu usava. Os dedos desceram devagar, buscando o interior de minhas pernas. Sorri. Sabia o que ele pretendia. Afastando a calcinha com delicadeza, a mão buscou meu interior, me tocando devagar. Me movi, abrindo um pouco mais as pernas. Fingia estar dormindo e completamente entregue. Sabia que era o que ele queria naquele momento. A mão desceu e senti um dedo acariciando meu interior. Aquele simples gesto me deixara molhada, e agora ele podia sentir. A respiração em minha nuca aumentou e senti o volume do seu membro próximo de mim. Os dedos continuaram me penetrando devagar, me massageando. Estava ficando excitada e curiosa. Queria saber até onde ele seria capaz de ir. Me virando devagar, me fez ficar deitada, de costas para ele. A boca buscou meu pescoço tranqüilamente, enquanto a mão descia minha calcinha. Senti minhas pernas serem afastadas devagar e o corpo que se colocava sobre o meu. Excitada, suspirei. Uma mão buscou meu interior enquanto guiava seu membro dentro de mim. Devagar, senti o peso do corpo aumentar sobre o meu. Entrando por completo, se moveu me buscando ainda mais. Contive um gemido de satisfação. Senti o peso do corpo ir e vir sobre o meu, devagar. A respiração ofegante em meu pescoço denunciava o quanto estava louco. Gemi baixinho. Parando de se mover sobre mim, a boca buscou meu ouvido. “Amor, quero que fique caladinha e quieta”. Não tive qualquer reação. Seu corpo retomou o movimento, indo cada vez mais fundo. A cada estocada, senti uma vontade louca de gemer. Mas não podia. “Ah amor, como você é deliciosa”. A voz sussurrada me deixava ainda mais excitada. Queria gritar, gemer, me deixar perder naquele corpo. Descontrolada, agarrei o travesseiro. Ouvi o riso safado em meu ouvido. “Ah cadelinha. Você acordou? Está gostando amor? Estou adorando saborear você dessa forma.” Me estocando com força, gritei. “Ah meu bem, quero que grite. Vamos, meu bem. Acorda e me dá do jeito que gosto.” Estava louca. Indo e vindo cada vez mais rápido, senti o peso do corpo sobre o meu. Com força, me penetrava cada vez mais fundo. Dei um grito de dor. “Grita amor. Adoro te ouvir gritar”. Seu corpo ia cada vez mais rápido, me buscando, se movendo sobre mim. Não conseguia me mover. Agarrando os lençóis com minhas unhas, gemia alto. A boca buscou minha nuca, sussurrando palavras devassas. Sentia o peso do corpo se movendo sobre mim. Gemendo louca, implorei pra que gozasse. As palavras saiam distorcidas. “O que você disse amor? Não consigo entender você, cachorrinha”. “Por favor, eu quero que goze agora”. Novamente a risada safada. “Quem disse que quero agora? Cansou amorzinho?” Em resposta, apenas gemi alto. Falava enquanto me estocava cada vez mais forte. Sentia um misto de dor e prazer que me enlouquecia. Um braço penetrou por baixo de minha cintura, me erguendo um pouco. Totalmente exposta, gemi de prazer. Aumentando ainda mais o ritmo, senti o membro duro me invadindo. Gritava, desorientada. O corpo sobre o meu me possuía de forma selvagem. “Vamos meu bem, mostre o quanto está gostando”. Mordendo os lábios, gemi. Estava entregue. Mordendo o travesseiro, me deixei cair, sem forças. Senti o líquido quente invadir meu interior e o corpo pesado cair sobre mim. Ofegante, a boca se perdeu em meio a meus cabelos. Mais uma vez, havia sido perfeito.
* Imagem retirada do site deviantart.com
Escrito por Srta. às 14h47
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10/02/2008
Eu quero pertencer. Nunca antes quis tanto pertencer. Agora, que me encontrei, quero ser de outro. Quero ser no outro. Quero um homem. Hoje, descobri que quero isso. Antes, talvez eu quisesse. Agora, quero com mais convicção. Não quero um homem que me encha de flores e presentes todo o tempo. Quero um homem normal. Quero um homem que me possua por inteiro. Daqueles que sentem ciúme e olham torto vez ou outra. Não me iludo, quero um homem delicioso. Quero um homem que sussurre o quanto me deseja nos momentos mais inusitados. Aquele que vai deslizar a mão por entre minhas pernas num restaurante e continuar sorrindo cinicamente para o resto do mundo. Quero um homem que me pegue no colo e me jogue na cama. Um homem que me agarre com força e faça comigo as mais inimagináveis loucuras. Quero ser agarrada, torcida, retorcida, comida, saboreada. E quero um homem que saiba o sentido de cada uma dessas palavras. Quero aquele que vai me arrastar para uma parede no meio de uma festa e me possuir com avidez e insanidade. E que vai me pedir para gemer baixinho. Quero que um simples beijo seu faça minhas pernas tremerem e meu interior umedecer. Quero ouvir dele as mais censuráveis palavras e me deliciar realizando todas as suas fantasias. Quero ser dele todo o tempo, para tudo, onde ele quiser. Ah, quero também o colo aconchegante depois de um dia cansativo. Quero o abraço apertado, o cuidado, o olhar doce e apaixonado que é só meu.
Ps. Ah sim, também é imprescindível que ele me ame... Onde andará essa criatura?
Escrito por Srta. às 14h46
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09/02/2007
Eu cansei de pensar na sensatez e tentar agir de forma lúcida. Me perdi em você e não quero mais me achar. É sacrifício demais fugir das garras dessa paixão desenfreada. Ah sim! Eu não esqueço das impossibilidades que espreitam nossos encontros furtivos. Sei bem onde tuas mãos passeiam antes de buscar minha cintura, antes de invadir meu interior. E queres que eu te diga? Pouco me importa. Cansei de lastimar o inevitável.
Sei a ordem das coisas e sei que rompemos com o ciclo da normalidade. Antes de te querer, não avaliei se já eras desejado. Eu apenas te quis e te quero e pouco me importa o resto do universo. Ostento na face o mesmo sorriso cínico de antes. No entanto, agora sou dez vez mais cínica. Dessa vez, sou toda tua para o que quiseres. E sei que queres. Eu me deixo perder nas tuas vontades, te deixo me abrir, virar, lamber, sugar, penetrar. Eu sou tua para o que queres todo o tempo. Sou tua comida, tua bebida, teu perfume. Por ti, sou a mais lasciva e a mais pura das criaturas. Por ti, sou completa, perfeita em minhas imperfeições. Ah, como te quero! Quero e o querer não cabe em si: é palavra tola, inacabada, insuficiente para te mostrar o quanto te adoro. Quero-te como quem precisa do ar, da água, do colorido dos dias. Sou tua meu bem. Ontem, hoje... E o amanhã... A vida nos dirá.
Escrito por Srta. às 14h45
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08/02/2008
A sala escura despertava em mim as mais diversas sensações. Um misto de medo e desejo. Queria experimentar ali, pela primeira vez. Haviam poucas pessoas aguardando o início do filme. Ao meu lado, ele apenas sorria e contava como havia sido o seu dia. Não estava nervosa. Dentro de mim, senti a excitação aumentar sem que houvesse qualquer estímulo externo. Eu o queria ali. Aguardei pacientemente as luzes do cinema serem apagadas. Usando um vestido curto, cruzei as pernas. A languidez dos meus gestos refletia uma excitação crescente. Me aproximando, passei as unhas sobre a calça. Indo e vindo, arranhava o jeans. Evitei olhar em seus olhos. Subindo ainda mais, toquei o membro por sobre a calça. Ainda não havia qualquer vestígio de interesse. E era assim que queria. Estimulá-lo completamente. Deixá-lo louco e capaz de fazer tudo o que eu pretendia. Senti o calor do hálito quente próximo ao meu ouvido. “O que está fazendo, meu bem?”. Sorri. A boca buscou minha orelha, mordiscando. Senti a língua quente descer pelo meu pescoço. Ardia. Afastando meus cabelos, beijava minha nuca. Quieta, senti meu interior úmido. Tê-lo perto de mim e naquela situação era excitante demais. O filme já havia começado. “Amor, nós precisamos ver o filme”. Uma mão subiu pelo meu vestido, me acariciando. Levando a mão cada vez mais fundo, fechei as pernas abruptamente. “Ah meu bem, relaxe um pouquinho só.” “Eu não quero.” Os lábios buscaram os meus, sussurrando. “Ah amor. Se você não estiver molhadinha, eu paro. Certo?”. Sorri, abrindo um pouco as pernas. Era impossível não estar molhada. Buscando minha calcinha, senti um dedo penetrar devagar em meu interior. Gemi. A boca buscou meu ouvido. “Meu bem, mas você quer”. Sim, eu queria. Abrindo ainda mais as pernas, deixei o dedo penetrar meu interior. Gemi baixinho, olhando em seus olhos. Indo e vindo com o dedo, beijava meus lábios delicadamente. “Abre um pouquinho as pernas, meu bem. Ninguém vai ver”. Obedeci. Colada à parede, me deixei ser invadida por ele. Beijando minha boca com avidez, penetrava o dedo, me buscando. Fechando as pernas, retirei seu dedo. Estava eufórica. Me aproximando ainda mais, deixei minhas unhas escorregarem pelo peito. “Estou pensando se posso ter você na boca agora”. Sorri. Desci as mãos pela calça, desabotoando. “Louca”. Beijei a boca lentamente, enquanto abria a calça. Escorreguei a mão por dentro da cueca, encontrando meu objeto de desejo. Acariciando devagar com os dedos, busquei sua boca. Beijava devagar, sentindo seu membro enrijecer cada vez mais. Bruscamente, agarrei o membro duro. Um gemido baixo em meus lábios me fez sorrir. Apertando entre meus dedos, deixei minha mão ir e vir lentamente, sentindo a excitação crescer. Seus lábios entreabertos denunciavam o prazer que sentia com aquele gesto. Apertando ainda mais, sorri. “Assim, meu bem. Gosto de você assim. Totalmente descontrolado”. Sem parar, apertei seu membro com minha mão. Com força, as mãos que me levaram ainda mais para perto. “Ah meu bem, porque você é tão safadinha assim? Nem aqui você consegue se comportar. Quer dar pra mim aqui, amor? Quer?”. Sorri, beijando os lábios saborosos. “Não meu bem, não quero aqui”. Mentia. Queria ser possuída por ele ali. “Vai amor, vira só um pouquinho.” Mas as mãos já haviam me afastado, baixando minha calcinha. Se aproximando de mim, brincava com os dedos em meu interior. “Você precisa ficar caladinha amor. Ou podem nos ver”. Sorri. Pouco importava ser vista. Erguendo um pouco mais a perna, senti a proximidade do seu corpo encaixando atrás de mim. O membro duro me penetrava lentamente. Gemi baixo, fechando os olhos. Se colocando dentro de mim por inteiro, uma mão buscou minha cintura. Com uma estocada lenta e forte, me colou ao seu corpo. Gemi. Podia senti-lo grudado em mim. O membro duro me preenchendo. Devagar, se movia contra meu corpo. “Não pode gemer amorzinho. Precisa ficar bem quieta”. Obedeci. Estava louca de vontade. Queria gritar, me mover. Devagar, seu corpo se chocava contra o meu. Num movimento lento, podia ouvir o sussurro baixo em minha nuca. Busquei a mão que segurava minha cintura, cravando as unhas. Gemi baixo, satisfeita. Senti quanto a mão me apertou com força. Seu líquido quente se derramou em mim, me preenchendo. Os lábios buscaram minha nuca num beijo tranqüilo. “Louca”. Sorri. Retirando-se de mim, me virei. Ajeitando minhas roupas, contemplava seus olhos. Sutilmente, abaixei meu rosto. Minha boca buscou o membro ainda molhado com o líquido maravilhoso. Suguei lentamente, limpando. Abotoando a calça, me ergui. “Você é mais louca do que pensava”. “Ah amor, você ainda não viu nada”. Lambendo os lábios, me virei. “Hora de ver o filme”. Um braço forte me arrastou pra perto. Sorri. Havia adorado.
Escrito por Srta. às 14h45
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01/02/2008
(Re)Lembrando...
Sorri. Não aquele sorriso sarcástico ou de felicidade inocente. Meu sorriso era de satisfação. Quando nossos olhares se cruzaram, reconheci o velho desejo oculto pelo receio de querer demais. Há quanto tempo nossos olhares não se buscavam daquela forma? Meses, talvez? Não me permiti e nem ele ousaria. Todos os velhos obstáculos já superados não mais existiam. Ou melhor, os meus cederam, deram lugar a novos. O dele, que permanece o mesmo, não diminui o ardor do olhar contemplativo. O jeito despojado de encostar a cabeça no vão da porta, me olhando com suavidade. “Lembra daquele dia?”. Sim, eu lembrava. Apenas não entendia porquê lembrar do passado ali, naquele instante. “Sumido”. “Apenas distante. Os velhos problemas”. Eu sabia qual era o problema. O nome dele. “Saudade das conversas”. Eu também sentia. Era divertido. “Quando vamos ver outro filme?”. Eu não sabia nem entendia porque deveríamos ver outro filme. “Precisamos sair de novo”. Sorri. Lembrava bem da última vez. O olhar ciumento que não deixava ninguém se aproximar. As mãos sutilmente pousadas em minha cintura. O hálito quente sussurrando histórias em meu ouvido. Pequenos beijos em meu pescoço. Nossas bocas que conversavam próximas, sem se tocar. Toda aquela tortura que me deixava ansiosa e sedenta. Novo sorriso. As lembranças retornavam com uma rapidez incrível. “E a chuva?”. Seu sorriso era delicioso. Também lembrava. A mão que buscou a minha, me arrastando pela chuva. Perdidos na escuridão da noite, minha mão acariciou o rosto com delicadeza. Os lábios beijaram meus dedos. Ali, a boca ousou buscar a minha. Interrompidos, nos afastamos. Tentei recompor o sorriso. Ele me contemplava, quieto. Quanto tempo desde a última vez... E nunca mais. Em despedida, uma mão buscou a minha. O velho toque tantas vezes trocado. “Precisamos nos ver mais”. Sorri. Será? De repente, velhas lembranças se fizeram presente. “Talvez”.
Escrito por Srta. às 14h43
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31/01/2008
Eis que escrevo. Todos os dias, nos mais variados instantes, me pego imaginando cenas, falas, personagens. Aspiro o poder que a literatura concede ao escritor. Aqui, sou tudo o que almejo ser – e sou por inteiro. Nessas linhas incertas, deixo-me perder. Sou um universo de sentidos. Não consigo separar escrita e sentir, de modo que dou forma à poesia do êxtase desenfreado. Se pudesse transmitir com clareza as cores de um beijo lascivo, seria a mais feliz das mulheres. O ardor do desejo que impera e domina deixa-se sobrepujar pelas palavras insuficientes e pelo vocabulário incompleto. Há, dentro de mim, uma infinidade de personagens, histórias, desejos, loucura. Sou tantas em um único corpo. Sou a mulher cujos lábios anseiam ardorosamente por outros lábios. Aquela que entrega o corpo como um objeto a ser explorado, tomado, vencido. Sei que, de nada adiantariam os mais impecáveis contos se inexistisse aqui ao menos a sombra remota de uma paixão desenfreada. Coloco-me agora, como vítima e algoz do meu desejo. Sou dele e o quero para mim. Dou-me por inteiro. Poeticamente, vulgarmente. Sou poesia escrita com ardor e dirigida aos anseios mais primitivos. Não me importo em ser, eu quero ser. Aqui, meu querer é senhor da minha sensualidade. Desperta-me por inteiro. Venero o instante sexual. Não a mecanicidade dos atos, os fluidos orgânicos puramente experimentais. Quero o sexo sanguíneo, aquele que provoca ondas de calor pelo meu corpo. Adoro descobrir-me excitada ao ouvir apenas um nome. Apenas aquele nome.
Ps. Na vida, pior que a dor de sentir a ruptura, é a dor do nada, da letargia contemplativa e sem sentido. Venero o sentir, a paixão, a voluptuosidade dos corpos entregues e despudorados. Viver sem experimentar o ardor de um querer verdadeiro é um simples existir, é se deixar levar para o nada tendo vivido unicamente o nada. E findo-me aqui.
Escrito por Srta. às 14h42
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Hoje, embriaguei-me o suficiente para tentar. Não que antes não houvesse tentado, hoje deveria ser diferente. E acabou sendo. Aliás, não mais hoje, ontem. É tarde e todos dormem. Também estou cansada, mas acho que escrever tem se tornado um vício. Desejo. Céus, como eu desejo. Em certos momentos, imagino que a loucura vai me tomar e não vai restar razão suficiente para dar os passos certos. Meu corpo tornou-se um hino a esse querer desenfreado. Todos os meus atos de lascívia nascem e tem por finalidade única aquele sorriso delicioso. Eu adoro. Quero me deixar levar inteira. Quero ser totalmente possuída, tocada, beijada. Não quero que um pedaço mínimo do meu corpo permaneça intocado. Quero ser revirada, colocada pelo avesso. Que as mãos percorram cada centímetro do meu corpo com posse e desejo. Eu quero ouvir as palavras mais torpes nos momentos mais picantes. Quero o encontro de bocas no auge do gozo louco. Eu quero aquele romantismo dos amantes proibidos que desejam um ao outro platonicamente. Eu quero insanidade, selvageria, experimentações. Ouso dizer que quero tudo. Quero me entregar a tal ponto que faria corar a mais devassa prostituta. Quero ser mulher, senhora de mim, dona do meu nariz e do meu desejo. Não tenho medo da lascívia, do imoral, do proibido. Antes, adoro tudo isso. Aliás, para mim, nada disso é imoral, proibido, doentio. É tudo querer desenfreado e entrega desmedida. Sem limites. Não quero limites. Para o inferno com limites e censuras imbecis. Quem disse que existe a fórmula correta do êxtase sexual? Quem vai me dizer que isso ou aquilo me torna melhor ou pior aos olhos dos outros? Não nasci para carregar a frustração dos desejos recalcados. Sou mulher. Eu adoro a loucura delineada nos olhos de um homem. Adoro dar a ele tudo o que espero receber. E me dou por inteiro, sem meias palavras ou gestos cautelosos. Não sou uma criança tola. Não estou esperando um prêmio por bom comportamento. Para o inferno com tudo isso. Quero apenas a liberdade de uma boca devassando cada recanto daquele corpo. Quero sentir e fazer sentir. Quero tudo, absolutamente tudo.
E, mais uma vez, Anais fala por mim... Pouco me importa o resto do universo, é hora de viver a herança de ser mulher. Eu já sou, agora quero pertencer.
“Eu não quero mandar. E me recuso a mandar. Quero viver obscuramente e ricamente minha feminilidade. Quero um homem deitando sobre mim, sempre sobre mim. Sua vontade, seu prazer, seu desejo, seu modo, sua sexualidade, o comando, meu pivô. Não me importo de trabalhar, me auto sustentar intelectualmente, artisticamente; mas como mulher, Oh, Deus, como mulher quero ser dominada! Não ligo se me dizem pra ser independente, andar com minhas próprias pernas, não me apegar a nada, mas eu vou ser caça, fodida, possuída pela vontade de um homem quando ele quiser e de acordo com suas ordens.”
Escrito por Srta. às 14h41
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28/01/2008
Caminhávamos lentamente pelo mercado. Empurrando o carrinho, escolhia o que precisava comprar. Ao meu lado, seu olhar de impaciência era notório. Sorri. “Vamos, meu bem. Anime-se”. “Impossível”. Lancei um olhar de compaixão. Subitamente, pensamentos maliciosos invadiram minha mente. Precisava despertar um pouco de loucura. Me aproximando, beijei o pescoço de leve. O cheiro que exalava dele era delicioso. Disposta a provocá-lo, parei na sessão de roupas íntimas. Diante de mim, uma calcinha minúscula vermelha. Vasculhando mais a fundo, outras cores surgiram. Adorava preto. “Hum. Vai levar alguma?”. Não pretendia levar. Minhas intenções eram as mais promíscuas possíveis. “São pequenas, do jeito que eu gosto”. Eu sabia. Sorri. “Ah, meu bem. Já tenho tantas. Agora estou com uma ainda menor”. Um lampejo de excitação iluminou os olhos safados. “Como é?”. Queria vê-lo excitado ali, em meio às pessoas que passavam ao nosso lado. Me inclinando um pouco sobre o carrinho, deixei o vestido subir o suficiente para que ele pudesse imaginar o que o esperava. Fingindo olhar algo mais embaixo, me inclinei. Imediatamente, suas mãos me ergueram. “O que você está fazendo?”. Sorri. Não estava fazendo nada. Queria apenas a loucura incendiando aquele olhar delicioso. Me aproximando, sussurrei algumas palavras em seu ouvido. Busquei a mão, entrelaçando meus dedos nos seus. Eu o queria. E queria ali. Busquei a boca, num beijo calmo e provocante. Minha língua massageava os lábios macios. Estava excitada. Com uma mão em seu pescoço, acariciei a nuca. Arranhava de leve. Sabia que era um beijo impróprio, mas não conseguia parar. Senti a umidade escorrer do meu interior quando me afastei. A face rubra denunciava a loucura que me invadia. Descendo os olhos, notei a excitação que se insinuava entre suas pernas. Sorri. Desconcertado, me olhava. Continuei andando como se nada tivesse acontecido. Rebolava o suficiente para despertar seu desejo. E conseguia meu intento. Seus gestos eram bruscos e a pressa era evidente. Sutilmente, esbocei um sorriso. Precisava retocar a maquiagem. Caminhei lentamente até a entrada do banheiro feminino. Ninguém se dirigira ao local. Estava deserto. Com um ar de santidade, me dirigi até a porta. Sabia o que ele queria. Não me surpreendi quando ele me acompanhou. Fechando a porta, o olhar tranqüilo desapareceu. Suas mãos buscaram minha cintura, me empurrando contra a pia. “Quero você agora.”. “Aqui, meu bem?”. Mordi os lábios, excitada. Sussurrando, falei em seu ouvido. “Quer aqui, meu anjo? Não pode...”. Ergui uma perna, puxando seu corpo contra o meu. Podia sentir o volume sob a calça. Sorri, divertida. Mordi o queixo de leve. Minha língua subiu pelo pescoço, buscando o ouvido. Mordisquei a orelha repetidamente. Queria provocá-lo. Perto de seu ouvido, sussurrei, com voz rouca: “Não pode, meu bem”. Disse isso intercalando beijos e lambidas em sua orelha. Minha mão passeava por sob a calça, sentindo o volume. Penetrando dentro dela, continuava sussurrando. Busquei a boca quando minha mão encontrou o membro duro. “Quer amor?”. Acariciei devagar. Subindo e descendo com a mão, podia senti-lo. Era delicioso. “Ah meu bem, não posso fazer nada aqui”. Disse isso retirando a mão e me afastando. Estava completamente excitada e quase podia sentir o líquido que escorria pelas minhas pernas. Suas mãos buscaram meu corpo, me arrastando pra perto. Em segundos, uma delas invadiu minha calcinha. “Você está louco?”. Estava. E sorria. Penetrando um dedo em mim, gemi. O mesmo dedo buscou meus lábios. “Vai amorzinho, lambe. É seu gostinho”. Suguei o dedo com delicadeza. “Você acha mesmo que vou te deixar assim?”. O braço forte me arrancou do chão e me carregou até um banheiro. Ouvi a porta ser fechada com violência. Sorri, safada. “Não meu bem, eu não quero”. “Não quer? Que tipo de cadelinha é você, que provoca e não quer dar?”. Um arrepio percorreu meu corpo. “Meu bem, aqui não pode”. No entanto, as mãos já haviam me empurrado contra a parede. Sua mão desceu, abrindo a calça. “Não meu bem”. “Não? Não quer?”. Sussurrou em minha boca, enquanto afastava minha calcinha. “Não, amor?”. Rapidamente, estocou em mim. Contive um grito. Se aproximando ainda mais, mordia minha orelha. Buscava meu interior com força. Sussurrava as mais loucas coisas em meu ouvido. Gemi. Voltando, retirou o membro duro do meu interior. “Diga, meu bem. Diga que não quer de novo”. Mordisquei os lábios, sorrindo. Desci a mão, buscando o membro duro. Uma mão segurou meu queixo com autoridade. “Você agora vai fazer o que eu quero”. Estava excitada demais. Com violência, virou meu corpo. Estava de costas agora. Totalmente indefesa. E adorava. “Vamos, meu bem. Abaixa só um pouquinho.”. Uma mão em minhas costas me fez descer. Estava completamente exposta. Descendo minha calcinha, pincelava meu interior. Gemi, tentando me apoiar na parede. De uma só vez, se colocou em mim. “Meu bem... Você fica deliciosa assim. Mas poderia ficar ainda melhor”. Se mexendo em meu interior, me deixou em sua posição favorita. Estava entregue. “Isso meu bem. Do jeito que você gosta.” Indo e vindo, começou a mover-se rápido. Uma mão buscou um seio dentro do vestido. Estava inclinado sobre mim e gemia em meu ouvido. Gemi baixo ouvindo sua voz rouca. Mordiscava minha orelha enquanto me estocava com força. “Vamos linda, nem estou ouvindo você gemer.” “Não posso”. “Não?”. Uma estocada forte me arrancou um grito. “Isso”. Indo e vindo cada vez mais rápido, seu corpo empurrava o meu contra a parede. Estava louca. Podia sentir o membro rasgando meu interior. “Assim que gosta, amor? Eu sei que você adora.” Devassa, gemia descontrolada. Aumentando o ritmo, senti meu corpo ser erguido. Estava entregue. Louco, me penetrava como nunca. Indo e vindo rápido, selvagem. Com um gemido alto, se deixou cair sobre mim. Senti o líquido que se misturava ao meu. Um arrepio percorreu meu corpo. Gemi, ofegante. Estava exausta. Retirando-se de mim, fechou a calça e ergueu minha calcinha. “Gostou, meu bem?”. Sorri, cansada. Havia adorado.
Escrito por Srta. às 14h41
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Quero escrever aqui sobre a sensação do querer. Agora, quero uma boca. Não uma boca qualquer, quero uma boca determinada. Ora, sei bem onde andarão aqueles lábios. Distantes, talvez? Sinto, nesse instante, um ardor tamanho que me rouba o sono. Quero aquela boca. Imagino meus dedos passeando pelos lábios. Deixo-me entregar num gesto sutil e inocente. Quero que sugue cada dedo meu. Não um gesto mecânico, tolo. Que o ato se sugar cada um desses míseros pedaços de mim transtorne a tal ponto meus sentidos que caia como tola diante dele. Quero arder. Não aquele ardor comum, que não me excita. Quero que o ato de sugar meus dedos soe tão erótico e sensual que minhas pernas tremam. Que o vão entre elas seja preenchido, umedecido, tocado. Quero que uma simples boca possa me arrancar do chão e me mostrar as estrelas. Agora? Não, agora não quero o sexo selvagem ou o romantismo dos toques inocentes. Bastam-me aqueles lábios sugando meus dedos.
Escrito por Srta. às 14h39
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27/01/2008
“A tua beleza submerge-me, submerge o mais fundo de mim. E quando a tua beleza me queima, dissolvo-me como nunca, perante um homem,me dissolvera. De entre os homens eu era diferente, era eu própria, mas em ti vejo parte de mim que és tu. Sinto-te em mim. Sinto a minha própria voz tornar-se mais grave como se te tivesse bebido, como se cada parcela da nossa semelhança estivesse soldada pelo fogo e a fissura não fosse detectável"
Anaïs Nin, A Casa Do Incesto
Escrito por Srta. às 14h39
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25/01/2008
Sim, estava mal intencionada. Desde que entrara naquele carro, meus pensamentos eram os mais promíscuos possíveis. Vez ou outra, exibi um sorriso de satisfação. Planejava o que fazer com ele. Podia vê-lo concentrado, dirigindo. Sutilmente, pousei uma mão em sua perna, acariciando. Gostava da sensação de tê-lo por perto. Minhas unhas arranharam a calça jeans, subindo. Sorri. No rosto, o ar mais angelical possível. Uma mão desceu, encontrando a minha. Entrelaçando os dedos entre os meus, sorriu. Deslizei a mão, subindo ainda mais. Eu queria. “Meu bem... Vê-lá o que vai fazer”. Eu sabia o que ia fazer. E queria fazer. Sorri novamente. Trazendo sua mão até meus lábios, beijei lentamente. Brincando, escolhi um dedo e levei à boca. Devagar, dei um beijo molhado. Adorava o prazer que aquele gesto despertava em mim. Coloquei seu dedo em minha boca. Sugava de leve. Seu olhar buscou o meu. Estava excitado. Devolvendo o olhar, parei. “Continue dirigindo”. Desci minha mão, buscando a calça. Abri devagar. Seu olhar era de perplexidade e satisfação “Agora?”. “Em qualquer lugar, lembra?”. Estava sendo louca, mas era o que queria. Inclinando-me, busquei seu membro com a boca. Acariciei lentamente com a língua. Era louca por ele e adorava tê-lo na boca. Aos poucos, fui descendo. Podia senti-lo. O membro quente, duro. Sentia a excitação avolumar-se entre meus lábios. Sugava devagar. Subindo e descendo. Podia notar a loucura que se apoderara de seu corpo. Ainda dirigindo, uma mão acariciava meus cabelos. “Louca”. Comecei a subir e descer. Não pretendia ir até o final. Queria apenas vê-lo louco. Parando num sinal, sua mão agarrou meus cabelos, me erguendo. Me puxando contra seu corpo, buscou meus lábios de maneira selvagem. A língua me preenchia, passeava por dentro de minha boca. Em troca, sugava a sua. Sugava devagar, como se ainda o tivesse na boca. A mão agarrava meus cabelos com força e delicadeza. Quando o sinal abriu, me afastei. O calor que emanava dos corpos era sufocante. “Precisamos ir ao mercado”. “Nós vamos. Estamos indo”. Sorri, passando a língua nos lábios. Ao vê-lo entrar no estacionamento e buscar o canto mais distante e escuro, um arrepio percorreu meu corpo. Sabia como aquilo acabaria. Era mais uma fantasia dos dois. Parando o carro, suas mãos me levaram pra perto. Busquei a boca com desejo. Sentia a maciez dos lábios, a ousadia das mãos, o calor do corpo. Inclinada, deixava sua mão passear por sobre meu vestido. Descendo, buscava meu interior. Um dedo se insinuou sobre a calcinha. Buscando sua mão, deixei que ele levasse meus dedos até lá. Usando meus dedos, retirou o pequeno pedaço de tecido que atrapalhava nossos planos. Minha mão buscou a calça, abrindo o que ainda podia ser aberto. Estava louca e ardia. Baixando o banco, me permiti sentar em seu colo. “Assim não, meu bem. De frente”. Exibi um sorriso safado. “É, meu anjo?”. Mudando a posição, sentei em seu colo. Adorava senti-lo tão próximo a mim. Beijando pausadamente sua boca, me aproximei. Desci pelo pescoço. Beijos molhados percorriam o rosto liso. Adorava aquele cheiro. Me erguendo, mordiscava seu pescoço, falando insanidades. Erguendo meu corpo, sussurrei em seu ouvido. “Sua vez”. Uma mão desceu, posicionando o membro abaixo de mim. Pude senti-lo perto. Me movendo devagar, sentia o quanto estava ereto. Ainda mais próxima, desci rapidamente. Sorri, safada. Um gemido alto saiu de seus lábios. Adorava vê-lo gritar daquela forma. Rebolando um pouco, buscava prender nossos corpos. Estava ainda mais próxima. Gemendo perto de sua boca, me ajustava ao seu corpo. Agarrando meus cabelos, me trouxe ainda mais para perto. Queria falar. Dizia as mais desvairadas obscenidades. Eu apenas sorria, me deliciando. Adorava sim, claro que adorava. Nunca negara. Naquele momento, era dele, para o que quisesse. Me movendo lentamente, buscava sentir prazer. Comecei a subir e descer. Com uma mão pousada em seu pescoço, continuava indo e vindo. Era delicioso senti-lo dentro de mim. Subindo e descendo. Indo cada vez mais rápido, estava insana. Queria todo prazer que era capaz de obter. Gemendo em sua boca, continuava indo e vindo. De seus lábios, um gemido abafado de prazer. Cada vez mais rápido, buscava sua boca. Desvairada, louca, me deixei perder em seu corpo. Senti quando o líquido se despejou em mim. Um gemido alto saiu de seus lábios enquanto me deixei cair sobre seu corpo. Estava deliciosamente satisfeita. Busquei a boca, calando as palavras com um beijo. Era praticamente impossível não desejá-lo daquela forma. Era um pecado, mas desejava...
Escrito por Srta. às 14h38
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20/01/2008
Estava nervosa. Em alguns minutos estaria diante dele. Mais uma vez, depois de tudo. Ainda não sabia o que pensar ou esperar de tudo aquilo. Escolhera meticulosamente a roupa que usaria. Queria o poder que um vestido maravilhoso e um salto alto eram capazes de conceder. Perambulando pelo saguão do hotel, contemplava o vazio diante dos seus olhos. Pessoas iam e vinham. De pé, vi quando entrou no hotel. Vestia uma calça jeans e uma camisa preta. Estava lindo. Um sorriso trocado a distância demonstrou a satisfação pelo reencontro. Um abraço apertado e a proximidade dele me deixaram embriagada. Sentia falta do perfume dele, das mãos que percorriam sua cintura com timidez. Algumas palavras trocadas e os risos habituais. Apesar da tranqüilidade aparente, estavam tensos. Precisava lhe entregar alguns livros. Esquecera de trazer e eles estavam em seu quarto. Um sorriso se delineou em seu rosto. “Posso ir buscar junto contigo”. Suas pernas tremeram. Sabia como aquela visita inocente poderia acabar. Apesar disso, era o que mais queria. Sentia o calor do corpo dele ao seu lado quando entraram no elevador. Tentava relaxar com um halls preto. De repente, imaginei o que poderia fazer com a boca gelada. Sorri. Em questão de segundos, suas mãos me envolveram. Buscavam minha cintura, desciam por minha saia. A boca buscava a sua. Pressionada contra a parede, senti a força dos músculos que se colaram ao corpo. Sorriu quando a boca desceu pelo pescoço. “Saudade”. “Também. Muita”. Gemi quando seus lábios molhados percorreram o pescoço, subindo um pouco. Podia senti-lo mordiscar devagar, suavemente. Suas mãos continuavam percorrendo sua cintura, descendo devagar. Não conseguia faze-lo parar. E nem desejava isso. Recuperando o controle, apertei o botão que travava o elevador. Louca, empurrei seu corpo contra a parede. Olhava em seus olhos e sorri, safada. Muita coisa não havia mudado. Uma delas era o desejo que sentia por ele. Me ajoelhando, desabotoei a calça. Olhando pra cima, reconheci o sorriso safado que tantas vezes implorara por aquele gesto. Com a mão, desci a calça devagar. Olhava em seus olhos enquanto saboreava o halls. Sorria. Puxando a última peça de roupa, estava diante dele. Ereto. Deliciosamente ereto. Coloquei a mão, sentindo a textura. Acariciei seu membro com carinho e devassidão. De joelhos, olhei em seus olhos enquanto o colocava na boca gelada. Saboreando a pontinha, passei a língua. Era delicioso tê-lo entre meus lábios. Descendo com a boca, ouvi seus gemidos abafados. Uma mão desceu até meus cabelos, pressionando. “Ah, meu bem...”. Deixei minha boca descer lentamente, sentindo cada centímetro dele. Devagar, comecei a ir e vir com a boca, sentindo cada pedacinho seu. Adorava aquilo. Saboreava seu membro entre meus lábios, indo e vindo. Minha língua massageava lentamente enquanto me movia. A boca gelada contrastando com o calor de seu membro. Mantinha uma mão apoiando seu membro enquanto sugava ardorosamente. Era delicioso. Ainda de joelhos, sentia sua mão acariciar meus cabelos com loucura. Me movi com mais rapidez, arrancando gemidos. Olhando em seus olhos, sorri. Era delicioso tê-lo em minha boca. Melhor ainda era vê-lo descontrolado. Satisfeita, me ergui. Sorrindo, olhei em seus olhos e me aproximei, beijando seus lábios. “Não pode me deixar assim..”. “Por que não, meu amor?”. Sorri, safada. Vê-lo ajeitar as roupas era uma cena divertida. Abrindo a porta do elevador, segui em direção ao quarto. Louco, sussurrava palavras devassas em meu ouvido. Eu sabia de tudo aquilo. Sabia o quanto me queria. Assentindo, apenas ria. Tentando abrir a porta do quarto, suas mãos subiram por meu vestido, me empurrando contra a porta. “Louco. Alguém pode nos ver”. “E você acha que isso realmente importa?”. A voz rouca sussurrada em minha nuca. As mãos que acariciavam meu corpo por baixo do vestido. Estava louca. Abrindo a porta, entramos. Novamente fui lançada contra a parede. Sorria. Estava louco e era exatamente assim que o queria. Desafiando, mordisquei seus lábios. “Saudade, mon cher?”. Não houve resposta. As mãos desvairadas buscavam minha calcinha. Apertavam meu bumbum sob ela. Erguendo uma perna, sentia a pressão provocada por seu membro. Gemia em sua boca. Rasgando minha calcinha com força, me olhou sorrindo. “É isso que quer, não é? Pra isso veio aqui.” Debochei de sua autoconfiança. “É sempre bom ter alguém safado como você na cama”. Mordisquei os lábios com vontade. Desci as mãos, desabotoando novamente a calça. Eu queria. Uma mão desceu, baixando o jeans. Sorri. O salto alto me permitia olhar diretamente em seus olhos. Senti quanto seu membro se insinuou entre minhas pernas. Massageava devagar, me buscando. Me torturando. “Pede, meu bem. Sei que é tudo que você mais quer agora”. Um sorriso devasso. Não pediria. Se movendo devagar, me acariciava. “Pede”. Sorri. Notei os olhos impiedosos que se fixaram nos meus. De uma só vez, se colocou em mim. Gritei. Se movendo devagar, me penetrava fundo. Gemi. Louco, sugava meu pescoço. Busquei a camisa e a arranquei. Queria sentir os músculos, a pele sob meus dedos. Lentamente, começou a ir e vir em mim. Podia senti-lo me preencher, ir fundo em mim. Estava completamente duro. Indo cada vez mais rápido, gemia descontrolado. Minhas unhas buscaram suas costas. Arranhava deliciosamente. Adorava arrasta-lo pra mim. Indo e vindo, seu corpo pressionava o meu contra a parede. Com força. Gemia em seus lábios, buscando um beijo que se perdia em meio à loucura do desejo. Cada vez mais rápido e selvagem, pertencíamos um ao outro. Seu corpo se movia de encontro ao meu. Louco, me possuía ardorosamente. Um arrepio percorreu meu corpo quando senti o líquido delicioso se derramar em mim. Estava satisfeita. Deliciosamente satisfeita. Arranhando suas costas com minhas unhas, busquei a boca irresistível que sorria. Cansado, beijava meus lábios pausadamente. Sorri, acariciando seu pescoço. Beijei novamente a boca deliciosa. Estava satisfeita. Por algumas horas... *risos
Escrito por Srta. às 14h37
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14/01/2008
Seus passos apressados ecoavam pela rua movimentada. Podia sentir a diversidade de odores e cores que surgia diante dos seus olhos. As pessoas mantinham-se alheias umas as outras. Para ela, tudo aquilo não passava de um quadro efêmero de pinturas rupestres. Caminhava com pressa, com aquela ansiedade comum a todos os amantes. E ela era uma amante. Em algum lugar, no fim daquela rua, ele a esperava. Já podia sentir o calor que emanava do seu corpo. Cada poro transpirava o desejo que sentia por ele. Apesar dos revezes da vida, era impossível não retornar àquele quarto alugado. Era ali que se sentia em casa. Talvez não pelo ambiente, mas pela presença daquele homem. Seus dedos tatearam a fechadura, em busca da chave correta. Ali, diante daquela porta, sentia a urgência que se apoderava do seu corpo quando estava próxima dele. Entrando na casa, a única luz vinha da rua. Pôde sentir o calor que emanava daquele lugar. As mãos acariciaram seu corpo, levando-a para perto. Num gesto brusco, virou seu corpo, colando-a na coluna de madeira. Buscando sua boca com avidez, penetrava a língua dentro dela. Suas mãos desciam, subindo pelo vestido curto. Balbuciava palavras loucas enquanto mordiscava sua orelha. Adorava tê-lo daquela forma. Buscando sua boca, seus dedos percorriam o peito nu. O corpo dele estava coberto unicamente por um roupão amarrado na cintura. Ainda exalava a essência amadeirada que costumava usar. Era daquele jeito que ele a enlouquecia. Devasso, preparado para possuí-la de todas as formas. As mãos pareciam invadir cada poro, dominando-a. Erguendo a saia, esboçou um sorriso. Estava com saudade. Ela mal conseguia raciocinar. Era toda entrega e desejo. O instinto gritava por satisfação, e ela se permitia provar seus lábios com ardor. Sugava-os com sofreguidão. Queria beber todo o desejo, trazê-lo para si. “Louca”. Ele sussurrava em seus lábios. Erguendo o vestido até a cintura, passou os dedos pela calcinha discreta. Era pequena, exatamente como ele adorava. Deixou um dedo descer dentro dela, encontrando-a. Era quente. Brincando com o dedo, sussurrava todas as coisas que pensara em fazer com ela. Por ora, ainda estava indeciso. Ela nada dizia, apenas gemia, sentindo o dedo que a buscava e preenchia. Numa fúria quase incontrolável, atingindo o ápice do desejo, ele arrancou a pouca roupa que vestia. Empurrando-a contra a coluna, rasgou o objeto que impedia a concretização de sua vontade. Ele a queria, estava louco por ela. A seu lado, ela implorava por satisfação. E já estava entregue há muito. Buscando-a com os dedos, mordiscava seus lábios. Queria vê-la louca, ainda mais. Erguendo-a do chão, brincava, tentando penetrá-la. Com um sorriso maldoso, deixou-se entrar bruscamente dentro dela. Um grito preencheu o quarto. Dentro dela, moveu-se com vontade. Buscava aquela boca que tanto o atraíra há alguns meses atrás. E ela cedia a tudo. Estava louca e queria a loucura que emanava daquele corpo. Arrancando-a da coluna, deixou-se cair ao chão. Ainda a tinha colada em seu corpo, penetrando-a. Ainda estavam na entrada, próximos à porta. Qualquer um seria capaz de ouvir o que acontecia ali dentro. No entanto, ele já não se importava. Arrastando-a pelo chão, pressionava seu corpo com força. Penetrava seu sexo com loucura. Insana, ela buscava suas costas. Suas unhas arranhavam o corpo suado e incansável. As bocas se buscavam e se desencontravam. Movendo-se dentro dela com força, arrancava gemidos altos. Um buscava no outro o prazer que os dias não eram capazes de conceder. Entregues, gemiam entre beijos e violência. Deixando-se levar por ele, sentia o membro duro que a penetrava com força. No chão desconfortável, esqueciam do mundo que os cercava. Loucos. Ela gemia, puxava seu corpo para si. Buscava os lábios ávidos que lhe prometiam o paraíso. Agora, o paraíso era aquele chão duro e o corpo que se movia sobre ela. Indo e vindo, ele sentia a proximidade do orgasmo. Ela já não se controlava mais. Fora uma vez, duas. Agora, queria que fossem juntos. Gemendo em seus lábios, pediu que a preenchesse com seu desejo. Louco, aumentou o ritmo. Era delicioso tê-lo ali, daquela maneira. Parando bruscamente, se derramou dentro dela. Ela gemia, satisfeita. Mais uma vez. As bocas se buscaram, dessa vez com tranqüilidade. Sorrisos que refletiam a loucura do querer se esboçaram em suas faces. Eram um do outro. Ao menos ali, naquele tempo e lugar, se pertenciam.
Escrito por Srta. às 14h35
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27/11/2007
O interfone tocava, retirando minha concentração. Estava cansada, muita coisa pra fazer, muita coisa pra estudar. Era ele. Queria conversar comigo. E eu sabia que era hora de encarar os fatos. Usei um vestido tomara-que-caia, curto. Um perfume doce, de flores. Queria provocá-lo. Desci, ainda incerta do que esperar de tudo aquilo. De longe, sentado no muro do jardim, ele olhava para o nada. Contemplei o corpo, relembrei as carícias, as loucuras. Eu ainda o desejava. Me aproximei devagar, sentando ao seu lado. “O que você quer me dizer?”. Um sorriso safado. “Vim apenas fazer uma visita, meu bem”. Perto dele, senti o calor do corpo, o cheiro amadeirado do perfume. Era delicioso. Palavras e mais palavras. Coisas sem sentido. E lábios que me deixavam hipnotizada. Vez ou outra, sorria e me olhava nos olhos. Um olhar doce, de menino. Não esbocei reação quando seu braço passou pela minha cintura, me levando pra perto. Estava arrepiada, com vontade. A boca buscou a minha. Primeiro lentamente, depois com loucura. Retribui cada beijo. Estava entregue. Não resisti quando me fez ficar de pé entre suas pernas. Beijava minha boca, explorava meu corpo com as mãos. Lascivo, sem limite. Colocando a mão entre meus cabelos, sussurrava em meu ouvido: “Quero você”. E eu também queria. Estava louca para me entregar, para esquecer do resto do mundo. Mas me neguei. Racionalmente, deixei de beijá-lo e me afastei. Era sempre assim. Descontrolados, loucos. Dei as costas, indo embora. Não era pra ser daquele jeito e não seria. Já andava em direção ao elevador quando sua mão me agarrou pela cintura. “Se disser que não me quer, eu vou embora”. “Você quer apenas isso. E deve ir embora”. Os olhos contemplaram os meus com seriedade. Um sorriso safado devolveu o tom lascivo das palavras. Sussurrando em meu ouvido, me levava pra perto. Medo de ser vista. Estava ardendo de vontade. A outra mão se insinuava na barra do vestido, erguendo-o. Estava irritada. Podia ser vista e ele parecia não se importar com isso. Notando o medo em meus olhos, me arrastou para um canto escuro do prédio. O depósito da limpeza. Loucos. Já não conseguia me conter. Eu queria. Fechando a porta, suas mãos buscaram meu corpo, me erguendo do chão. Gemia a cada toque. Suas mãos me apertavam, me exploravam. Um dedo se insinuou dentro de minha calcinha. Saboreando meu líquido, sorriu: “Deliciosamente pronta”. Sorri. Uma mão me tocava enquanto sua boca percorria meu pescoço. Sugava, mordia, lambia com avidez. Pressionava meu corpo contra a parede com força. Subindo para a minha boca, sussurrava loucuras perto dela. Mordiscava. Falava da saudade, do querer louco, das noites de entrega. E eu ouvia, gemendo em resposta. Estava ardendo de tesão. Num gesto brusco, me virou de costas. A boca colou em minha nuca, beijando, sugando. Agarrava meus cabelos com força, enquanto retirava a calcinha com a outra mão. Gemia, entregue. Implorava por ele. “Pede, meu bem. Eu sabia que você pediria”. Sorri, safada. Eu sempre pedia. A calcinha caiu por completo, me deixando exposta. Uma mão se insinuou entre minhas pernas, abrindo-as, tocando meu interior. Gemia louca. Um dedo me tocava, me deixando ainda mais molhada. Gemia, dizia palavras desconexas. Estava perdida em meio ao desejo que sentia. Notei a calça ser aberta e escorregar pelas pernas. Duro, começou a se mover atrás de mim. Deliciosamente. Gemendo, pedia para que me possuísse. Brincando comigo, ia e vinha, me tocando. Esfregando em mim. Gemia louca. Implorava. Devagar, começou a me penetrar. Delicadamente. Aproveitando. Eu o senti em mim, duro. Me afastando da parede, fiquei completamente exposta. Queria o máximo de prazer. Uma mão agarrou minha cintura, me trazendo pra perto. Gemi alto quando estocou de vez. Com força, puxou meus cabelos, falando perto do meu ouvido. Não mais sussurrava, falava baixo, com autoridade. Atrás de mim, continuava se movendo deliciosamente. Indo e vindo. Completamente duro e sedento. A boca buscou a minha, com loucura. Indo e vindo. Rápido, com força. Gemia, descontrolada. Mordendo meu ombro, continuava indo e vindo com força. Louco, insano. Implorei para que fosse junto comigo. Um sorriso safado em resposta. Gemi alto, chegando ao fim. Indo e vindo com força, ouvi seu gemido de satisfação. Havia chegado ao fim. Podia senti-lo quente. Deliciosamente quente. Se retirando de mim, me virou. Busquei sua boca, enquanto ajeitava o vestido. Mordiscava de leve, sussurrando palavras loucas. Estava suado, cansado. E sorria. “Louca”. Calei com um beijo terno. Como sempre, havia sido delicioso.
Escrito por Srta. às 14h33
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21/11/2007
Estava linda. Sabia disso pelo modo como atraia os olhares dos homens. Um vestido vermelho, de seda. Um decote que deixava muita coisa à mostra. Sorri cinicamente quando notei sua presença, do outro lado do ambiente. Estava lindo, como sempre. Tudo o que não queria era vê-lo de novo, mas era praticamente impossível. Convivíamos com as mesmas pessoas, era inevitável não encontrá-lo. Evitei encontrá-lo o resto da noite. Fugia de suas tentativas de se aproximar. Não queria contemplar aqueles olhos que tantas vezes me deixaram louca. Seria uma tola se me deixasse levar. E eu sabia que bastava um toque pra que isso acontecesse. Quando dei por mim, suas mão já estava segurando a minha. Seus olhos contemplavam os meus, com profundidade. “Preciso falar com você”. “Não há o que falar”. Me desvencilhei. Encontrá-lo significava ir do céu ao inferno em questão de segundos. E por enquanto, ainda estava no céu. Uma música alta, dançante. E suas mãos que me agarraram. Ouvia palavras desconexas sussurradas em meu ouvido. As mãos que me levavam pra perto. Estava começando a ficar excitada. E era tudo o que não queria. “Eu quero”. Estava irritada. Como ele podia? Depois de tudo. Me desvencilhei dos seus braços e saí da sala. Estava com raiva. Queria gritar. O cinismo dele me irritava. Precisava respirar. Elevador. Iria embora. Não fiquei surpresa quando uma mão impediu a porta de ser fechada. Já não haviam palavras a serem ditas. Suas mãos me agarraram, me pressionando contra a parede. Sua boca buscava a minha. Ávida. Não me contive. Me deixei levar pelos seus braços, pela sua boca. Estava louca por ele. Não conseguia resistir. Uma mão desceu pelo vestido, segurando meu bumbum, me erguendo. Louco, levantava meu vestido, buscando minha calcinha. Sorriu, encontrando-a. “Quero você”. “Não deve”. Em segundos, seus dedos me tocavam. Estava muito molhada. “Diga que não me quer”. Fechei os olhos. Não podia negar o desejo que ainda sentia. Era louca por ele, por suas mãos, pelos seus beijos. Queria ser possuída por ele. Uma mão desceu até a calça, desabotoando o cinto, abrindo-a. Sorri. Era louca por tudo aquilo. Me devolvendo ao chão, se ajoelhou diante de mim. Tirou a calcinha lentamente, com a boca. Gemi. Olhando em meus olhos, me tocou. Estava úmida de tesão. Eu o queria. Carinhosamente, me deu um beijo. Um beijo molhado. Gemi alto, buscando onde me segurar. Insana. Colocando-se de pé, ergueu meu vestido. Sussurrava em meu ouvido enquanto me penetrava lentamente. Eu gemia. Aos poucos, aumentou o ritmo, indo e vindo. Buscou minha boca com avidez. Em um beijo lascivo. Me possuía com força. Indo e vindo. Arranhei suas costas, segurava seu pescoço. Louca. Gemia em sua boca. Me penetrava rápido. Podia senti-lo em mim. Duro. Delicioso. Estava louca. Gemia ofegante. Seus olhos buscaram os meus quando se derramou em mim. Gemi alto. Havíamos chegado ao fim. Suada. Insana. Sentia seu líquido quente dentro de mim. Era delicioso. Olhei em seus olhos, satisfeita. Recuperando a postura, agradeci. Saí do elevador sorrindo. Havia sido divertido.
Escrito por Srta. às 14h32
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13/11/2007
Não que quisesse, mas precisava. Sorrindo, abri a porta. Um vestido preto, absurdamente colado. Decotado, curto. Pronta para fazê-lo pagar pela distância dos últimos dias. Os olhos percorreram meu corpo. Quase uma carícia. Passei a língua nos lábios. Delicioso. Um beijo devasso, enquanto empurrava a porta. Mãos que passeavam pelo meu corpo, me buscando. "Não". Não era o que queria. Ainda não. Peguei em sua mão, arrastando-o até a cadeira. Seus olho sorriam pra mim. "Minha vez". Um beijo na boca enquanto prendia suas mãos nas costas. Algemado, na cadeira. Sorri. Um sorriso malicioso, safado. "Não vale". "Hoje sou eu quem diz amor. Eu que sei o que vale e o que não vale". Um sorriso, seguido de um suspiro. Plenamente dominado. Música alta. "Buttons". "Essa música me excita, sabia?". Com as mãos sobre suas pernas, mordisquei seus lábios. Beijando de leve. Subindo a mão. Tocando-o sobre a calça. Um beijo demorado, de língua. Sentindo o calor da boca. Saudade. Abri a calça, lentamente. Lá, duro, querendo. Sorri. Como eu queria. Acariciei meu objeto de desejo. Devagar. Sussurando em seu ouvido, perguntei "O que quer amor?". Apertei, enquanto perguntava. Mordisquei a orelha. "Vamos, amor. Diga o que quer". Apertei novamente. Dessa vez, movendo a mão. Subindo e descendo, lentamente. Passando a língua nos lábios. Um beijo molhado. Era delicioso vê-lo ali, imóvel, indefeso. Sem as mãos. De joelhos, olhei em seus olhos. Cansados. "Quer carinho, amor? Eu posso te dar". "Por favor...". Submisso. Sorri. Passando a língua nos lábios, me aproximei. Um beijo molhado nele. De saudade. Como se beijasse a boca. Sentindo a maciez, o gosto. A língua que teimava em acariciá-lo. Sorri, contemplando seus olhos. Continuei olhando, enquanto descia a boca. Um olhar risonho, safado. Senti-lo entre meus lábios era maravilhoso. Me preenchendo. Como adorava tê-lo em minha boca, engoli-lo. Movi lentamente, subindo e descendo. Um gemido de tesão. Continuei. Apertando-o em minha boca, sugando. Passando a língua. Novos gemidos. Descontrolado. "Ah amor... Por favor...". Sorri, continuando. Era delicioso. Sugava como se fosse a última coisa que faria em minha vida. Com gosto. Gemia, louco. Mordia os lábios."Tira as algemas amor, por favor". Sorri, tirando-o da boca. Segurando-o com a mão. Desci a língua até a base. Com cuidado, beijei de leve. Lambi devagar. "Amor...". Olhando em seus olhos, lambi novamente. Como um doce. Com gosto. De baixo até em cima. Saboreando. Coloquei a boca em seu membro. E comecei a sugar, devagar. Apenas um lado. Subindo e descendo com a boca. Sorri, quando o vi gemer louco. Descontrolado. Não conseguiria se soltar. "Ah amor, se você não se comportar, não vou ser boazinha". Parei e me ergui. Os olhos suplicavam por satisfação. Ergui o vestido devagar. Um pouco, apenas. "Vê amor? Ainda estou vestida. Ainda é cedo". Sorri, safada. Sentei em seu colo, delicadamente. De costas. Sentindo o membro duro embaixo de mim. Me movendo. Descontrolando, ele tentava se soltar. "Amor, você sabe que não consegue". Sorri, diabolicamente. Colando o corpo ao seu, me movi novamente. Podia sentí-lo duro. Abrindo as pernas, pude vê-lo perto de mim. Afastei a calcinha. Estava absurdamente molhada. Sorrindo, me ergui, retirando-a. Com ela na mão,passei perto de sua boca. De costas. "Sente amor, o cheirinho que você adora?" Ouvi algumas palavras lascivas. "Não amor, é como eu quiser". Levantei, parando em sua frente. Com um dedo, me toquei, levando aos seus lábios. Passando neles. "Agora o gosto amor. Estou no ponto que você gosta?". Seus lábios sugaram meu dedo. Sorri. "Assim, meu bem." Colocando-me em sua frente, sentei em seu colo. Perto. Mordendo seus lábios. "Ah amor, você quer? Eu quero tanto". O rosto se contorcia de prazer. Estava louco. "É melhor me soltar, amor". Gargalhei. "Soltar? Não amor, hoje você vai ficar aí, quietinho." Me ergui um pouco, segurando seu membro. "Olha meu bem. Sente ele entrando". Desci devagar. Gemendo. Céus, como era delicioso. Encaixando, rebolei um pouco. Satisfeita. Adorava ficar daquele jeito. Vê-lo submisso. Louco. Sem poder fazer nada. Rebolando devagar, comecei a me mover. Beijei a boca devagar, saboreando os lábios macios, cheios de desejo. Lábios que me diziam palavras devassas, de ordem. "Não amor, você não pode fazer nada". Sorrindo, desci de vez, arrancando um grito. Indo e vindo, rebolando. Sentindo cada cm me preencher. Indo e vindo. Louco, eu o via tentar se mover. "Não amor. Quieto". Um sorriso safado. "Você vai me pagar". "Silêncio amor". Beijei os lábios, saboreando-os. Sussurrando loucuras. Deixando-o ainda mais insano. Indo e vindo. Aumentei o ritmo. Gemendo. Era delicioso tê-lo daquela forma. Sutilmente dominado. Comecei a cavalgá-lo com gosto. Do jeito que queria. Rápido e delicioso. Como era maravilhoso vê-lo gemer, indefeso. Ia e voltava, sentindo-o. Louca. Esquecendo de mim. Buscando meu prazer. Louca, ouvi o gemido de satisfação. Como num acordo, me deixei cair sobre seu corpo. Satisfeita. Podia sentí-lo quente. Seu líquido misturado ao meu. Produto de nossa loucura. Busquei as chaves, soltando-o. Um sorriso de satisfação. Um olhar safado, louco. As mãos livres buscaram meu corpo, me prendendo contra o seu num abraço. Suados. Deliciosamente satisfeitos. Beijei sua boca como há muito não fazia. Com loucura, sofreguidão, ternura. Com saudade...
Escrito por Srta. às 14h29
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08/11/2007
Outra tarde de estudos, dessa vez com alguns amigos. Estava evitando marcar esse tipo de programa com ele. Todas as últimas tentativas haviam acabado em sessões de sexo selvagem. Não que eu não adorasse. Mas precisava realmente estudar. E ele também. Horas e horas diante de livros. Estava cansada. E sentia saudade. Não me surpreeendi quanto a campainha tocou e ele estava ali, diante de mim. Sorri. Precisava pegar algumas coisas comigo. A vontade que tinha era de agarra-lo ali mesmo, mas não podia. Uma pausa, deixando o pessoal se divertir com alguns vídeos. O que ele queria estava no quarto. Eu o acompanhei, devagar. Notei quanto fechou a porta atrás de si e me olhou. Sorria, safado. Uma mão me empurrou contra a parede. A boca buscou a minha. Sede. Loucura. Como eu o desejava. Sussurrando, me pediu para ficar de joelhos. Assustada, me neguei. "Tem gente na sala". "Como se isso fosse problema pra nós dois". Segurando meus ombros, me fez ficar de joelhos. Mãos ágeis desabotoaram o cinto, abrindo a calça. "Vem amor, eu sei que você adora". Sorri. Sim, eu adorava. Submissa, segurei seu membro com a mão, acariciando. Um beijo molhado na ponta. Suguei de leve, lentamente. Contemplei seu rosto e o sorriso de satisfação. Aos poucos, fui deixando minha boca deslizar. Engolindo-o inteiro. Sugando. Como era delicioso. Apoiado na parede, ele gemia baixo. Sorri, satisfeita. Comecei a sugar mais rápido. Indo e vindo com a boca. Adorava tê-lo ali. Sentir seu gosto, o calor. Meus olhos buscaram os dele, que estavam fechados. Mordia o lábios, evitando gemer alto. Sugava sem pena. Queria lamber todo o líquido. Como queria. Gemendo, ouvi quando me pediu para parar. Uma mão me ergueu no ar, com violência. A calcinha foi arrancada com presteza. Em segundos, estava contra a parede. E seu corpo contra o meu. Buscando meu interior, sentia a proximidade do seu membro. Quente. Duro. Delicioso. Com um movimento rápido, penetrou fundo. Contive um grito. Não podia fazer barulho. Mordi os lábios, louca. E começou a ir e vir em mim. Se movendo, me preenchendo. Era maravilhoso. Controlava os gemidos, mordia os lábios. Dentro de mim, ele apenas exibia um sorriso safado. O melhor de todos. "Porque, meu bem? Porque vc é assim tão safada? Porque basta eu mandar e você faz o que quero". Era verdade. Obedecia ao seu querer. Por uma única razão: adorava tê-lo em mim. Adorava o jeito safado, a loucura, o ardor, o perigo. Sussurrando ao meu ouvido, me dizia coisas loucas. Sorri. Como era tão delicioso? Insana, busquei seu pescoço com as mãos, ficando praticamente supensa. Com força, ele me tirou do chão e me ergueu no ar. Gemi, descontrolada. Com movimentos rápidos, me penetrava. Sentia seu membro duro indo fundo em mim. Me rasgando. Como era delicioso. Busquei a boca, gemendo, beijando. Com um gemido abafado, gozamos juntos. Suada, com os cabelos totalmente desgrenhados. Entregue. Sorri. "Louco, como pôde?. Sorria. Um sorriso terno, carinhoso. A boca buscou a minha, as mãos me devolveram ao chão. "Não é só loucura, meu bem". Céus, como eu o adorava. Cada vez mais. A cada minuto mais.
Escrito por Srta. às 14h28
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08/11/2007
Música alucinante. Estava extremamente excitada. Busquei seus olhos. Encostado na mesa, me contemplava satisfeito. Comportado. As amigas se dispersaram pelo ambiente. Estávamos sozinhos. E cercados de gente. Sorri, me aproximando. Fiquei de costas, colando em seu corpo. Queria estar perto. O vestido leve, se insinuava em meu corpo. Sabia que ele adoraria erguê-lo um pouco. A mão pousou em minha cintura, me levando pra perto. Satisfeita. Senti a boca descer até meu pescoço, beijando levemente. Delicado, cuidadoso. Me aproximei ainda mais, esfregando meu corpo contra o seu. Dançando, devagar. Sutilmente, ergui o vestido, colando meu corpo ao dele. Senti o volume contra meu corpo. Estava excitado, eu podia sentir. Uma mão desceu até a saia, me tocando. O corpo se moveu devagar, encaixando-se atrás de mim. Gemi. Eu o queria ali. Me virei, ficando de frente. Seus olhos não escondiam a excitação. Coloquei uma perna entre as suas, me aproximando. Buscando a boca. Mordiscando, de leve. Senti a puxada forte, contra seu corpo. Eu queria ali. E queria agora. Sussurrei. O barulho da música impediu de ouvir, mas o sorriso safado mostrou que havia compreendido minha intenção. Encontrei sua mão e o arrastei comigo. Um canto, na parede. Isolado. Outros casais estavam ali, se divertindo. Me postei em sua frente, enquanto sentia a mão abrir a calça, devagar. Mordi os lábios. Estava louca para senti-lo em mim. Ergui a saia, me aproximando. Com a mão, senti quando afastou minha calcinha. Havia escolhido uma extremamente pequena. Devagar, me coloquei em sua frente. Senti o membro duro, oculto pelo vestido e pela escuridão. Um braço se colocou em minha cintura, me trazendo pra perto. Me penetrava devagar. Era loucura, eu sabia. Mas não conseguia resistir. Inteiro, lentamente, eu o senti dentro de mim. Encaixada, gemi baixinho. Estávamos colados. A boca perto do meu ouvido. Mordiscando. Me movi um pouco, devagar. Rebolando. A música agitada. Pessoas loucas, agitando seus corpos. Me aproveitando, rebolava devagar. Sentindo seu membro duro em mim. Não podia ver seu rosto, mas sabia que estava absurdamente excitado. Seguia a música, rebolando nele. Lentamente. Insana. Como era gostoso tê-lo dentro de mim sem que ninguém soubesse o que estava acontecendo. Devagar. Rebolando. Indo e vindo, no ritmo da música. Sutilmente. Mordia os lábios, evitando gemer. Meu rosto não escondia o quanto estava louca. O quanto era safada. Indo e vindo, lentamente. Sua mão, me puxava pra perto, com força. Sentia o hálito quente, a respiração ofegante. Gemi, me empurrando contra seu corpo. Gozando e sentindo seu leite quente me preencher. Juntos. Sorri. Era loucura, mas era maravilhoso. Permaneci ali, colada. Feliz. Deliciosamente preenchida. Sorrindo.
E sim, eu teria feito isso na sexta-feira. Visualizei tudo isso, desejei. Em meio a dezenas de pessoas, estava ávida por você. Completamente concentrada em te querer, em me deixar excitar pelo simples desejo de ter-te ali. Em mim. Pra mim.
Escrito por Srta. às 14h27
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07/11/2007
Deveria ser uma tarde de estudos. Mas estava longe disso. No fundo, esperei me dedicar exclusivamente aos livros. Estava ali, sentada, ao lado dele. Tentava explicar princípios, fundamentos. Seus olhos sérios contemplavam os meus. A boca perto demais. Suas palavras eram quase um sussurro. Estava nervosa. Como me concentrar? E precisava. Cruzava e descruzava as pernas, inquieta. Aos poucos, sua cadeira foi ficando cada vez mais perto. Sua boca, a centímetros de distância. O sorriso safado, que não disfarçava as intenções. "Meu bem, porque não estudamos outra coisa". Palavras ditas em meu ouvido, mordiscando. Um arrepio. "Agora não". Mas não conseguia resistir. "Vem pra pertinho, vem. Não estou entendendo direito". As mãos puxaram meu corpo, me fazendo levantar. E eu me deixava levar, submissa. Quando dei por mim, estava em seu colo. Suspirei. Continuava falando, nervosa. Estava quente. Sentia o volume sob minha saia. A mão que subiu, tocando minha perna. Descansando sobre ela. Me movi um pouco, desconfortável. Não conseguia me concentrar. As mãos ma acariciaram levemente, subindo em direção à saia. Ardia. Era quente demais. Sutilmente, uma mão se insinuou entre minhas pernas. Gemi quando senti um dedo me tocando, de leve. Não resisti, abrindo um pouco as pernas. Ouvi a risada baixa. “Assim, meu bem. Abre um pouquinho”. Precisava me concentrar. Um puxão repentino me fez colar o corpo ao dele. E um dedo me penetrou vorazmente. Gemi, mordendo os lábios. “Não”. “Não quer, amorzinho? Mas você está tão molhada. Não sente?”. Um braço me prendeu. A boca percorria minha nuca. Uma mão agarrou meus cabelos, com força. Não resisti. Palavras foram ditas em meu ouvido. Gemi. Estava louca de tesão. Já não dominava meus instintos. Em segundos, estava de pé, apoiada na mesa. A mão exploradora continuava me penetrando, me arrancando gemidos. “Isso amor, fica molhadinha”. Eu já estava. Apoiei as mãos na mesa, buscando apoio. Palavras ditas ao pé do ouvido. Lascivas, pornográficas. Sorri. Sim, eu sabia que acabaria mudando o roteiro de estudos. Eu queria sim, dar tudo o que me pedisse. Minha mão desceu, achando minha calcinha. “Tira amorzinho. Quero agora”. Com força, puxou meus cabelos. Deliciosamente possessivo. “Quer amor?”. As mãos desceram. Minha calcinha foi rasgada com violência. Gemi. Louco. Uma risada safada, de satisfação. Me virou com força. Contemplei os olhos cheios de vontade. A boca que buscou a minha, mordendo de leve. Me empurrando contra a mesa. Me fazendo sentar. Abri as pernas devagar. Sorrindo, encontrei o cinto que prendia a calça. Tirei, enquanto olhava seus olhos. Um sorriso safado mostrava o quanto me queria. Olhei a calça descer, exibindo meu objeto de desejo. Duro. Ereto. Me posicionei na borda da mesa, puxando-o para mim. Sorrindo. “Vem amor. Quero agora”. Com uma mão em seu pescoço, eu o trouxe. O sorriso safado e a mão que se segurava, me penetrando de leve. Olhei. Como era delicioso vê-lo entrar. Gemi, suspirando. Perto de mim, com a boca praticamente colada. “Deliciosa”. A mão me agarrou, me trazendo pra perto. Me penetrando com força. Um gemido de dor e prazer quando jogou o corpo contra o meu, com violência. Mordi os lábios, contemplando seus olhos. Sorria. Indo e vindo, devagar. “Vamos, meu bem. Geme”. Gemia. Obediente. Estava louca. Ouvia palavras doces ao meu ouvido. Sim, eu era tudo aquilo. E era sua. Sorri, buscando seu pescoço e suas costas com minhas mãos. Arranhando, de leve. Num vai-e-vem lento, começou a me penetrar fundo. Indo e vindo. Gemia alto. Estava louca. Aos poucos, indo mais rápido. Agarrando meu corpo, puxando contra si. Falando ao meu ouvido. Mordendo meu ombro com força. Gritei. Dor. Prazer. Rápido, cada vez mais rápido. Gemia, fora de mim. Alto. Completamente descontrolada. Indo e vindo, rápido. Louco. Com violência. Gritei alto, gozando. E sentindo o prazer quente me invadir. Um sorriso safado, de satisfação. “Como você é deliciosa, amor”. Sorri. Meus lábios buscaram os seus. Ávida. Intensa. Satisfeita.
A idéia do conto não me pertence... Nem o desenrolar da história... Esse é seu, meu bem...
Escrito por Srta. às 14h26
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29/10/2007
Sabia que ele sairia para o trabalho em uma hora. Àquela altura, certamente já estaria vestido, esperando o tempo passar e vendo algo interessante na Tv. Bati na porta. Eu queria, apesar do pouco tempo que teria para matar a vontade. O rosto não escondeu a surpresa por me ver ali, praticamente sem roupa. "Estava indo à casa de uma amiga, resolvi passar aqui antes". "Eu já estou saindo". "Eu sei". Sorri. Não queria explicações. Queria apenas aquele corpo. Inteiro. Entrei, fechando a porta. Seus olhos percorriam meu corpo. Desejo. 'Eu não posso". Me aproximei, encarando-o de frente. Enlacei seu pescoço. A boca perto do ouvido, sussurrando. "Então diga que não quer". O braço forte me apertou contra o corpo, me levando pra perto. Uma mão desceu pela cintura, acariciando. Descendo, pela saia. Apertando. Sorri. Um sorriso safado, malicioso. Desci a mão, encontrando a sua. E a guiei até mim. Um sorriso de satisfação quando notou que não havia nada por baixo. "Safada". Mordi os lábios. Seus dedos buscaram meu interior, me tocando. Penetrando. Sorri, me afastando. Comecei a desabotoar a camisa, lentamente. Olhava seus olhos, carentes, sedentos. Dava beijos no peito, enquanto abria o cinto. Não devia, mas estava louco demais pra me pedir pra parar. De joelhos, abri a calça. Deliciosamente, exibi meu objeto de desejo. O que minha boca tanto ansiava. Beijei, de leve. Um beijo molhado, terno. Apenas um beijo. Uma boca que não resistia. Lentamente, lambi. De baixo, devagar. Bem devagar. Passando a língua. Te olhando e sorrindo. A mão que se colocou em meus cabelos, acariciando. Guiei a boca até ele. E fui sugando, devagar. Lentamente. Descendo. Engolindo inteiro. De joelhos. Completamente submissa. Aumentando o ritmo, devagar. Lentamente. Apertando com a mão, acompanhando o movimento da boca. Mais rápido. Satisfação, quando a mão se agarrou aos meus cabelos, acompanhando o ritmo. E você ali, indefeso, buscando no que se agarrar. Ia rápido, cada vez mais rápido. Queria provar o gosto. Engolir inteiro. Sentir o líquido quente em minha boca, e saborear. Rápido, deliciosamente rápido. Um susto, e a mão que segurava meus cabelos. "Eu quero que me dê, agora". Contemplei seus olhos, desorientada. "Pensei". "De pé, agora!". Sorri, obedecendo. Adorava aquele jeito de achar que mandava em tudo. As mãos fortes me arrastavam, me empurrando contra a mesa. Me deixando exposta. O dedo que buscou minhas entranhas. "Molhada. Deliciosamente molhada". Senti meu cabelo ser puxado com força. "Vamos meu bem, fica abertinha para o seu amor, fica". Sim, eu ficaria. Eu faria tudo que pedisse. Com a mão, guiou seu membro até mim. Não penetrava, apenas brincava. Pincelava. Eu gemia. Queria inteiro dentro de mim. "Eu sei porque veio, meu bem. E vou te dar o que você tanto quer". Virei sorrindo, safada. Com uma estocada rápida, se colocou inteiro dentro de mim. Gritei, escorregando sobre a mesa. Sentia o peso do corpo sobre o meu, a respiração pesada, ofegante. Lentamente, se mexeu em mim. Gemia. Baixinho, descontrolada. Com uma mão, arrancou a camiseta, me deixando completamente exposta. Apenas a saia inteiramente amassada ainda restava. E começou a se mover em mim. Lentamente. Falando loucuras. Eu gemia, tentando me apoiar nas mãos. Rápido, atrás de mim. Jogando seu corpo contra o meu. A mão puxava meus cabelos. A boca perto do ouvido. "Assim, meu bem. É assim que meu benzinho gosta?". Apenas gemia. Era maravilhoso. Estava completamente entregue. Rápido, louco. A voz rouca, sussurrando ao meu ouvido. Me deixando descontrolada. Conhecia tudo, cada palavra, cada movimento. Sabia tudo que eu gostava. Selvagem, me penetrava rápido, com força. Gritei, quando seus dentes morderam meu ombro. Me movi, devagar. Queria sentir inteiro. Queria tudo. Louco, sentia suas mãos me agararem, puxarem meu cabelo, minha cintura. Entregue. Completamente. Gemi, deliciosamente. Havia chegado ao fim. Satisfeita. Senti seu corpo pesando sobre o meu e o calor dentro de mim. Juntos. Deliciosamente juntos. Sorri, suada. Senti quando saiu de mim, cansado. "Céus, como vou trabalhar agora?". Sorri, procurando minhas roupas. Em segundos, estava vestida. Um beijo doce na boca. "Vai trabalhar sim, meu bem. E é bom ir se acostumando. Fora de casa, sorri, satisfeita. Estava ficando cada vez mais louca.
Escrito por Srta. às 14h24
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26/10/2007
"Meu bem, estou com aquela mini-saia que você adora". Sorria, ao telefone. Do outro lado, a voz deliciosa, excitada. "Onde você está?". "Em casa". Um clique, interrompendo a ligação. Sabia que ele viria. Ele sempre vinha. A mini-saia jeans que ele adorava. A lingerie branca. Um salto alto, pra completar. Sabia que ele adorava. Estava trêmula de tesão. Naquela hora, ele deveria estar na faculdade. Mas nunca hesitava em largar tudo pra se divertir um pouco. E eu sabia fazê-lo se divertir. Muito. Em poucos minutos, batidas na porta. Abri, sorrindo. O olhar safado, sedento. O volume inconfundível sob a calça. A blusa preta, realçando os músculos. Me enlouquecendo. Em segundos, estava jogada contra a porta. Suas mãos buscavam meu corpo. Percorriam minha cintura. Desciam. Loucas. A boca ávida, percorria meu pescoço. A língua que invadia minha boca, que me possuia com um simples beijo. Empurrava meu corpo com violência. Sussurrava palavras ao meu ouvido. As mais devassas, pornografias. Sim, eu era tudo aquilo. Eu ligava quando sentia vontade. Eu te dava sempre que vc queria. Eu era tudo o que vc me pedia pra ser. Suas mãos insanas invadiam meu corpo. Seu dedo penetrava meu interior, me fazendo gemer na sua boca. Tinha vontade de gritar. Estava louca, devassa. A calça foi desabotoada com presteza. Suas mãos já buscavam minha calcinha, rasgando-a. Louco. Molhada. Demais. Rápido, me penetrou. Um grito. Mordi o ombro, gemendo. Um movimento rápido, insano. Indo e vindo, me buscando. Se mexendo em mim. Fundo. A boca que me beijava, selvagem. Loucos. Gritei. "A janela aberta". Sorriso. "Quem se importa? Deixe que vejam". Rápido. Cada vez mais rápido. Uma vontade intensa de gritar, de me perder naquela boca, naquele corpo. E gritei. Senti seu líquido quente dentro de mim. Suas mãos que me apertaram com força. A boca que buscava a minha, avidamente. O sorriso safado, estampado nos lábios. Sorri. Safada. Louca. Entre nós dois, apenas frágeis pedaços de tecidos. E um calor. Céus, como era quente!
Escrito por Srta. às 14h21
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23/10/2007
Andar ao seu lado era sempre uma experiência inesquecível. O andar da paixão, do querer constante. Ver teus olhos contemplarem meu corpo, distantes. Sua mão acariciar minha cintura. Me levar mais pra perto. Um sorriso de satisfação. Perto, bem perto. A boca que busca minha nuca. A mão que afasta meus cabelos com delicadeza. Como dois namorados. Em um universo que é só nosso. Passos tranquilos, bocas que se tocam vez ou outra. Sem medo. Na quietude do tempo. Um sorriso safado e um olhar desnudador. Mais à frente, uma construção. Sorriso. Uma de nossas fantasias, não? Sua mão forte me arrasta. Louco. Entramos. Pedaços de concreto por todos os lados. Paredes inacabadas. Um labirinto desfeito. Nosso ninho de loucura. Meus pés escorregam em pedras. Seu braço forte me sustenta contra si. Em segundos, numa parede. Uma mão que me busca, ávida. "Aqui". Sorriso. Mas dessa vez, será como eu quero. Empurro contra a parede. Me olhas atônito. "Será como eu quero". Desço minhas mãos, buscando você. Te encontro, duro. Acaricio. Massageio. Seu olhar é de prazer. Intenso. Vou descendo, fico de joelhos. Olho seus olhos, cheios de tesão. Desço sua bermuda. Toco você com a mão. Saudade. Um beijo molhado nele. Absurdamente molhado. Uma boca que clama por você o tempo inteiro. E que te acha, ali. Lambo você. Começo de baixo. E vou subindo, com a língua. Te olho. Um sorriso safado. Apenas a pontinha, na boca. Sugando. Doce. Molhado. Delicioso. Vou te sugando ainda mais. Devagar. Deixando você entrar em minha boca. Engolindo você. Deliciosamente doce. Um prazer intenso. Desço novamente, e subo mais uma vez. Passando a língua em você, por dentro na boca. Os dentes, de leve. Arranhando você. Suas mãos, que teimam em achar apoio. O olhar safado, de tesão. Meus olhos sorriem. Adoro você assim, entregue. A mão que desce aos meus cabelos. Que se coloca entre eles. Que puxa minha cabeça de encontro ao seu corpo. Me fazendo te engolir, avidamente. Indo e vindo, com a boca. Rápido. Saboreando. Seus gemidos altos. Me enlouquecendo. Seguro com a mão, indo e vindo. Acompanhando a boca. Gemido alto. Louco. "Pára". Sorriso. "Não". As mãos fortes, que me erguem subitamente. Me jogam na parede. Levantam minha saia. Colocam a calcinha de lado. Um estocada rápida. Um grito. Um sorriso. Palavras que me enlouquecem. Num ir e vir intenso. Meu corpo contra a parede inacabada. Arranhado contra o cimento mal colocado. Indo e vindo. Rápido. Mordendo a nuca. Afastando o cabelo. Agarrando, me fazendo gritar. "Grita". Não resisto. Um grito de prazer, de loucura. Rápido. Duro. Um tapa de leve, no bumbum. Sorriso. Do jeito que gosto. Palavras loucas. Gemidos ao pé do ouvido. Sussurro. A mão que acaricia minha cintura, que me puxa pra perto. Que me deixa completamente a mercê do desejo. Um vai e vem inebriante. Grito. "Grita. Pede". Peço, imploro. Louca. Rápido. Selvagem. Um corpo preso à parede. E você, atrás de mim. Rápido. Sussurrando palavras. Louca. Arde. Minha mão, que busca seu pescoço. A loucura que me ergue do chão. Rápido. Num gemido alto. Mordidas no meu ombro. Grito. Dor e prazer se misturam. A força do corpo que me empurra, que me faz gritar. Rápido. Louco. Grito. Prazer. Forças que se perdem.Fluidos que se misturam. O meu, o seu, juntos. Sorrisos safados. Uma palavra de carinho. Doce. "Louca". Me viro. Encontro a boca, o sorriso. Mordisco de leve. Beijo. Ergues tua bermuda, minha calcinha. Um abraço. Um beijo dado no emaranhado de cabelos suados. O cheiro do sexo, do prazer. A loucura de estar sempre desejando. Um beijo. O sorriso. Mãos que se entrelaçam. "Hora de voltar". Sorriso. Satisfação.
Escrito por Srta. às 14h20
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22/10/2007
Música alta. Forró. Oportunidade de te ter pertinho, agarrado a mim. Um olhar penetrante em sua direção. Te contemplar sozinho mais uma vez é um presente. Ver você, ao lado dos amigos, me olhando. É doce. É excitante. Te puxar pra perto, sentindo suas mãos fortes. Um braço em volta do seu pescoço. A saia curta, fácil de ser erguida. Falando perto de sua boca. "Te quero". "Você me mata". Sua perna entre as minhas. Me puxando pra si. Se arrastando em mim. Um olhar lascivo, de tesão. Bocas próximas. Vontade de estar sozinha no mundo contigo. De te amar ali mesmo. Mãos que me agarravam. Querendo fazer desaparecer o pouco espaço que havia entre nós. Louca. Lábios úmidos, falando perto dos teus. Uma música que acaba. Tensão que permanece. Outra, e dessa vez, mais distantes. Meu corpo se afasta do seu, e vc me segura pela mão. Me faz girar e retornar para o seu abraço. Um puxão forte. Excitado. Boca colada à minha. Me pedindo pra ceder. Um sorriso safado, de quem quer se permitir. Mordisco a orelha, de leve. "Onde?". Me leva dançando, perto. A perna entre as minhas, forçando. Um canto escuro, do salão. Pessoas bêbadas demais para enxergarem algo demais em nós dois. Deserto. Gemido em sua boca. Em um segundo, minha calcinha é arrancada. Eu a vejo entrar em seu bolso, sem cerimônia. "Um presente. Pra levar pra casa". Dou risada. "Safado". O jeans que se abre, pra mim. Olho nos olhos, insana. Agarro o pescoço, puxo pra mim. Ergo uma perna. Receio de ser vista. Vc apenas sorri. Força a entrada. Empurra de leve. Gemendo, em sua boca. "Aqui é loucura". "Você é loucura. O resto é oportunidade". Uma risada de satisfação. Eu o queria ali. Porque eu o quero o tempo inteiro. Forçando, ele entra. Um esforço, o cuidado. Precisa ser discreto. Se ajeita em mim, penetrando ainda mais. Um gemido. Seu corpo busca mais espaço. E ele já não existe. Sinto você, duro. Inteiro, dentro de mim. E vais. Num ritmo compassado, lento. Gemendo em minha boca. Mordiscando. "Safada". Sorri. "Sua". Indo e vindo, devagar. Duro, muito. Ergo mais a perna, devagar. Um tremor de prazer me invade. A música que continua a tocar. Longe. E eu perto, cada vez mais. Boca que busca a minha. Que suga, que morde. Pescoço que deixa de ser meu, e torna-se propriedade de sua língua. Mordidas. Insano. Rápido. "Os outros". "Vão apenas admirar". Sorriso. Rápido. Indo e vindo. Duro. Unhas que se cravam na carne. Um grito abafado. Um sorriso maldoso. Rápido. Frenético. Louco. Pernas trêmulas. O gozo de ser sua. Inteira. Sinto quente. Me preenchendo. Sorriso. Boca que é minha, só minha. Busco, gemendo nela. "Te adoro". "Não mais que eu". Novo sorriso. "Deliciosa".
Escrito por Srta. às 14h18
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21/10/2007
A música enchia meus ouvidos. Meus lábios saboreavam a bebida doce. Te olhando, de longe. Sozinho. Acompanhada, via seus olhos irritados. Ciúme. Sorri. Me exibia, dançando. Um vestido curto, vermelho. A sandália alta. Linda. Pra você. Sensual. Mordia os lábios, te olhando. Te chamando pra perto. Era você que queria, apenas você. Um sorriso tolo, de garoto. Diferente do homem que eu conhecia. “Linda”. Sorri. Uma mão que acariciava meus cabelos. Tensa, afastei. “Vão notar”. “Quem se importa?”. “Eu me importo”. O olhar que avaliava possibilidades. “Quem é ele?”. “Um amigo”. Música excitante. Movimentos involuntários. Desejo. Um corpo girando na mão. Chegando aos lábios. Te olhando. “Vem?”. “Aqui?”. Um sorriso de satisfação. Corpos que esbarravam no meu. Uma mão que puxava a minha, me arrastando. Excitada. Molhada. Parou na porta do banheiro. “Agora”. “Louco”. Me agarrou, me fazendo entrar. Tremi. O calor que emanava do seu corpo me sufocava. Ardia. Vontade de falar as maiores loucuras no seu ouvido. Barulho lá fora. Rápido, empurrou uma porta e me fez entrar. Me carregando. Ás cegas tateei em busca do seu pescoço. Me agarrei. Louca. Encontrei os lábios molhados. O gosto da bebida. Mãos fortes que me apertavam. O espaço entre nossos corpos era ínfimo. Inexistia. Gemi em sua boca. Eu o queria ali. Mão que descia pelo meu corpo. Apertava meu bumbum. Palavras lascivas ditas ao pé do ouvido. Gemi. Mordidas de leve. Dedos que invadiam meus cabelos, deixando-os revoltos. Boca que buscava a minha. Avidamente. Queria ser devorada por aquela boca. Queria devorá-la. Louca de tesão. Uma vontade intensa de gritar. Me empurrava contra a parede. Gemia. Me buscava. Violava com as mãos cada pedaço meu. Busquei seu olhos. A boca, as mãos, o corpo. Louco. O membro duro, pronto pra me dar prazer. Desci a mão. Perfeito. Boca na minha, insano. Em segundos, ouvi o barulho da calça cair. Ergui uma perna. Senti seu encaixe perfeito em mim. Gemi. Ardia. “Eu quero”. Em resposta, me empurrava contra a parede. Dedos afastaram minha calcinha. A pressão do membro que queria entrar. Olhei. Duro, completamente. Gemi, devagar. Boca na sua. Insana. “Deliciosa”. Me ergueu no ar, penetrando tudo de vez. Um grito abafado. Sorriso malicioso. “Gosta?” Um vai-e-vem selvagem. Unhas que buscavam carne. Penetrando, arrancando gemidos. Bocas que se devoravam, insanas. Barulho lá fora. Sem pudores, gemia louca. Puxando-o pra mim. Insana. “Quero”. “Agora, amor”. Rápido. Um tremor. Um gemido alto, descontrolado. Quente, delicioso. Dentro de mim. Me preenchendo, me enchendo. Busquei sua boca novamente. Palavras maliciosas sussurradas. Riso. “Hora de voltar”. Era inevitável não estar ruborizada. Ainda queimava. Uma vontade louca de continuar em seus braços. Tesão.
Escrito por Srta. às 14h14
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19/10/2007
Praia. Sol. Amigos. Ele. A tensão entre nós dois era nítida. Só em vê-lo, ficava molhada. Seus olhos buscavam os meus o tempo inteiro. Tentava disfarçar. Alguém poderia perceber. Usava um biquini mínimo, escondido sob um vestidinho transparente. Estava perto. Sentia o calor que emanava de seu corpo. Suas mãos estavam confusas. Sorri. Qualquer alteração seria notada por todos. Saboreava a bebida, passando a língua nos lábios. Notei um sorriso. Safado. Mordi os lábios. Não reagi quando um amigo me pegou no colo. Seus olhos encararam os meus. Estava com raiva. Ciúme. Sorri, de volta. Era o que eu queria. Em instantes, já caminhava sozinha pela areia. Notei passos atrás de mim. Era ele. Estava tenso. O volume em sua bermuda era notório. "Excitado, amor?". "Muito". Andava perto da água. Seus passos eram rápidos. A mão desceu, buscando a minha. "Vem". Sorri. À nossa frente, uma praia vazia. Árvores, pedras, segurança. Mordia os lábios. Estava trêmula de tesão. Em instantes, sua mão estava em minha cintura, me empurrando contra as pedras. "Aqui ninguém nos verá". Passei os braços envolta do pescoço, trazendo-o pra mim. "Quando você vai aprender a me ver e resistir?". "Nunca". Esfregava seu membro em mim, me deixando molhada. Com uma mão, desfez o laço do biquini. Me tocava, buscando meu interior. Delicadamente, me possuindo com o dedo. A boca desceu pelo pescoço, arrancando um gemido. Estava louca. Tomou meu seio com a boca. Sugava avidamente. "Quero você, agora". "Me dá?". Respondi com um gemido, ofegante. "Olha amor". Baixei a cabeça. Seu membro estava duro, ereto. Mordi os lábios. "Quer ver entrando amor?". Queria. Foi me penetrando, cm por cm. Tremia sob seu corpo. Era delicioso. Inteiro, dentro de mim. Sua boca buscou a minha. Rouco, sussurrava perto dos meus lábios. Excessivamente promíscuo. Palavras insanas. Estava descontrolada. Gemia em sua boca. Se mexia em mim, buscando a melhor posição. Eu o senti, dentro. Vontade de gritar. "Grita amor, grita alto". Não podia. "Medo de te verem aqui, meu bem?". Começou a ir rápido. Estocadas fortes. Gemia alto, puxando pra mim. Agarrando suas costas, seu pescoço. Mordi os lábios. "Safada deliciosa". Disse no meu ouvido. Gemi. Sentia minhas costas arranhadas pela pressão. Ardia. Era rápido. "Vamos meu bem". Uma mão segurou meu pescoço. Rápido, violento. Tremi. Busquei sua boca. Selvagem. Gemia em sua boca, balbuciando palavras sem sentido. "É amor? Eu também". "Adoro te pegar assim, de jeito". Rápido, ainda mais rápido. O agarrei. Tinha chegado ao ápice do prazer. Gemi devagar. Senti seu líquido quente dentro de mim. Vontade de gritar. Cansado, buscou meus lábios. Me beijava ternamente. Seus olhos sorriam. Em resposta, sorri. "Porque você não é só meu?". Um beijo calou meus lábios. "Hora de voltar, meu bem". "Sim, é". Sorriu, safado. Mordi os lábios. Estava satisfeita.
Escrito por Srta. às 14h10
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19/10/2007
Raiva. "Como ele ousava fazer aquilo comigo?". Meus passos apressados eram denunciados pelo barulho do salto. Rua escura, quase deserta. "E quem se importa?". Não podia permanecer daquele jeito, não queria. Frio. Um vestido curto não era suficiente pra me aquecer. Um movimento brusco atrás de mim. Medo. Uma mão me agarrou e me jogou na parede, de costas. "Fugindo?". O hálito quente e a voz rouca eram inconfundíveis. "É bom me soltar, senão...". "O que, meu bem, o que você vai fazer". Me contorci. Sua mão desceu até minha cintura, me prendendo. Um arrepio percorreu meu corpo. "O que eu poderia fazer?". Me agarrou, me levanto pra perto. Senti o volume sob suas calças. "Porque saiu tão revoltada". Gemi quando senti sua língua em meu ouvido. Devagar. Mordiscando. Descendo, pelo pescoço. Apoiei uma mão na parede. "Por favor, aqui não". "Pensei que gostasse de novas experiências". Mordi os lábios. Gostava. E muito. Sua mão desceu pelo vestido, até minha perna. "Não deveria sair sozinha a noite com algo tão curto". Sorri. Estava relaxando. Senti os dedos subindo, por dentro do vestido. Entre minhas pernas. Gemi novamente. Podia ouvir meu coração batendo. Estava louca de tesão. "Tão pequena amor". Passava os dedos pela lateral de minha calcinha. "Louco". Uma mordida em meu ombro me fez arrepiar. Sua outra mão desceu. Senti minha calcinha ser rasgada com violência. "Assim, amor". Me pressionava contra a parede, se movendo atrás de mim. Tinha minha calcinha em sua mão. Perto da boca. "Como vc é cheirosa amor". Sua mão desceu até mim, me tocando. "Pena que vai voltar pra casa sem nada por baixo". Sorri. Me empurrei contra seu corpo. "Quem disse que importa?". "Safada". Uma mão invadiu minhas pernas. "Abre amor, um pouquinho". Afastei as pernas, submissa. "Isso, meu bem". Um dedo me invadiu, devagar. Percorria todo meu interior. "Molhada". Gemi, abrindo mais as pernas. Seu corpo me pressionava, e o volume em sua calça era enorme. "Duro". "Vontade, meu bem". Encostei na parede, apoiando uma mão. As pernas não tinha força. Sentia seu dedo dentro de mim. Lento. Circular. "Vai me dar amor?". Tremi. "Aqui?". "E o que tem?". Desci minha mão, encontrando o botão da calça. Não era difícil. "Isso, meu bem". Senti quando a calça desceu um pouco, expondo seu membro duro. "Vamos, amor". Uma mão abaixou minha cintura, me deixando exposta. "Assim". Lentamente, aproveitando cada sensação, senti seu membro entrar. "Muito duro". Gemi alto. Mãos apoiadas na parede, olhei seu rosto. Sorria, safado. Me empurrei contra seu corpo. Estava completamente exposta. Uma mão agarrou meus cabelos com força. Gritei quando me penetrou com violência. A voz rouca dizia obcenidades no meu ouvido. Gemia, insana. Tesão. Senti a pressão nos meus cabelos. Novo puxão. Delicado, mas forte. "Vamos meu bem, rebola". Não me contive. Obedeci. Queria gritar. Seu membro ia e vinha em mim. Rápido. Selvagem. Violento. "Um estupro, meu bem, gosta?". Mordi os lábios. Adorava. "Eu sei que gosta". Uma palavra doce em meus ouvidos. Sorri. Medo de ser vista. Seu corpo estalava no meu. Senti a mão segurar meu pescoço. "Vem, amorzinho, rebola". Era mais lento. Seu membro me penetrava. Suas estocadas pareciam querer me rasgar. "Dói". Ouvi sua risada. Disse algo em meu ouvido. Cachorro. O mais delicioso de todos. "Vem amor, quero ir até o fim". Rebolei. Era assim que queria. Louco. Insaciável. Aumentou o ritmo. Gemia alto. Uma mão calou minha boca. "Alguém pode ouvir". Louca. "Vamos, meu bem". Gemi. Rápido. Insano. Quase saindo de mim. Me estocando com força. Um arrepio me percorreu. Pernas perderam a força. Seu líquido quente jorrou em meu interior. Um gemido de prazer e satisfação no meu ouvido. "Deliciosa". Um braço me apertou contra seu corpo. Me abraçou por trás. Sorri. "Você vai voltar pra casa sem calcinha". Um beijo no pescoço me deixou arrepiada. "Nâo preciso dela". "Não mesmo. Prefiro você sem". Uma risada de satisfação. "Boca deliciosa". Sorri.
Escrito por Srta. às 14h09
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14/10/2007
O que eu escrevo... Promiscuidade, loucura, desejo. É assim, porque é assim que te quero. Sabes, não? Dizia isso perto de sua boca. Sussurrava. O medo de ser surpreendida era intenso. Qualquer um poderia preferir as escadas ao elevador. E eu havia preferido a escada. "Aqui não". Escuro. Apenas uma luz fraca sinalizava. Sua boca percorria meu pescoço. Tentava afastar seu corpo do meu. "Suas mensagens...". "Não mandarei mais". Um olhar de reprovação. Mãos que me agarravam, me empurravam contra a parede. Respiração forte, perto de minha boca. "Vontade de gritar que te quero". "Posso te fazer gritar, meu bem". Sorri. Sua mão segurava minha perna, levantando. Eu o sentia duro, por sob a calça. "Aqui". "Você é um louco!". "Por sua culpa". Me soltou, se ajoelhando. "Não pode". Suas mãos encontraram minha calcinha, tirando. "Louco". Seu dedo me procurou. Estava molhada. Medo, loucura, tesão. Me tocava devagar, olhando meus olhos. Gemi. Segurou minha perna, levantando. Em um segundo, sua língua quente me percorria. Gemi, ofegante. Me agarrei ao corrimão da escada. Era quente, louco, irracional. Sugava, lambia. Quando dei por mim, tinha seus cabelos entre os dedos. Puxava sua cabeça, afogando-o em meu desejo. Sua língua experiente percorria cada canto. Sentia vontade de gritar. Gemia, implorando. "Pára, por favor". Sua resposta era quente e macia. Me penetrava com a língua. Descontrole, pernas que não se sustentavam. "Pára". Me olhou, safado. Ficou de pé, lamendo os lábios. "Deliciosa". Estava louco. Já o tinha nas mãos. Me empurrou contra a parede, erguendo meu corpo. Penetrou com força, me fazendo perder o equilíbrio. Sorriu. "Essa é uma de suas fantasias?". Gemi, fechando os olhos. Entrega. Era loucura que eu queria. Era você. Sentia seu corpo ir e vir, me empurrando contra a parede. Gemia na minha boca. Mordia meus lábios. Rápido. Precisava ser rápido. E foi. Meu prazer num gemido. E você quente, dentro de mim. Sorri. "Passaria horas dentro de você". Busquei sua boca. Um beijo louco, correspondido. Seus braços me prenderam num abraço. "Deliciosa".
Escrito por Srta. às 14h06
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14/10/2007
Um churrasco, piscina e amigos. Soaria rotineiro se ele não tivesse aparecido. Desacompanhado. Senti quando seu olhos pousaram em mim, avaliando a roupa que eu usava: uma sainha leve e solta e a camiseta colada. Por baixo da roupa, um biquini. O menor e mais fácil de ser tirado. Me exibir pra ele já era um ritual entre nós. Sentia o peso do seu olhar. Ardia, queimava. Estava em brasa quando ele se aproximou, falando educadamente. "Bom ver você aqui". "Imaginei que você viria acompanhado". Novamente, um dos seus sorrisos mais safados. "Minha companhia já está aqui". Sorri e me afastei. Não era pra ser tão fácil. Não seria. Era minha vez de revidar. Senti quando as mãos de um amigo tocaram meu ombro, me virando. "Quanto tempo! E você está linda". Dei um sorriso malicioso, pra que ele percebesse. Seus olhos acompanhavam cada passo meu. Notei seu sorriso desaparecer quando me deixei levar por outro, dançando. Seus olhos buscavam os meus, desaprovando meu ato. Eu apenas devolvia o olhar, rindo. Evitei seu toque, sua presença. Mas ele não era tolo. Em poucos minutos, já me tinha em seus braços, simulando uma dança. "Não gostei". "E quem disse que precisa?". Suas mãos me puxaram com força. Colei meu corpo ao seu. Se comentassem algo, a bebida seria um bom álibi. Tinha meu copo na mão, e sorvia a bebia devagar. Tinha os lábios molhados e seu ouvido perto. "Onde?". Senti a pressão aumentar em minha cintura. "Vou ao banheiro". Coloquei os braços em volta do seu pescoço. "Ainda não". Sua mão brincava com o laço do biquini. "Quero você". Sorri. Desci a mão, encontrando a sua. Encostei ainda mais. Sua boca agora estava mais perto. O cheiro de alcool era inconfundível. Ardia. Me soltei dos seus braços e saí em direção à casa. Estava quase pegando fogo. Deixei a porta do banheiro entreaberta, retocando os lábios. Ouvi a porta sendo fechada e senti a pressão do seu corpo atrás de mim. Suas mãos adentraram meus cabelos, puxando delicadamente. "Eu não consigo ficar sem ter você". "Mas deveria". Meus cabelos foram jogados para o lado, expondo minha nuca. Uma lingua quente percorreu meu pescoço. Mãos me puxavam. Seu corpo me pressionava contra a pia. "Como você pode ser tão gostosa?". Sorri, ficando na ponta dos pés. Me inclinei. Através do espelho, vi a loucura delineada em seus olhos. Novamente senti a pressão atrás de mim. "Sua boca, eu a quero". "Hoje não". Empurrou seu corpo contra o meu, me fazendo gemer. Uma mão desamarrou meu biquini. Minha saia foi levantada, revelando minha nudez. Um movimento brusco, e senti seu membro entre minhas pernas. Não me penetrou. Brincava comigo. "Quero que peça". Eu gemia. Puxou meus cabelos com força. "Peça". Queimava. Sentia a umidade escorrendo de mim. "Peça pelo homem que te faz mulher". Sorri. Seu membro duro se movia, sem penetrar. "Eu quero". Sua mão desceu ao meu pescoço, segurando. Me via através do espelho. Submissa. Outra mão guiava seu membro até mim. Senti quando entrou. Lentamente. Excessivamente duro, quase me rasgando. Quis sair. "Medo?". Gemi. Se encaixou em mim, se movendo. Via seu sorriso safado através do espelho. Me segurou pela cintura, me erguendo. Era sua, para o que quisesse. Começou a ir e vir. Lento, ofegante. Aumentou o ritmo, falando ao meu ouvido. Sorri com as palavras, gemendo ainda mais. Seu corpo estalava contra o meu. Contive um grito. Eu o sentia, inteiro. Sem parar. Rápido, selvagem, perigoso. Ofegantes, loucos. No espelho, a melhor visão que podia ter. Era dele, inteira. Onde me quisesse. Gemi algo, junto. Havia chegado ao fim. E sentia o líquido forte jorrar dentro de mim. Prazer, insanidade. Saiu de mim, ofegante. Suas mãos me viraram bruscamente. "Você é quem mais quero". Beijei sua boca. Um beijo terno, doce. Seus braços me envolveram. Beijou meu ombro. Meus olhos buscaram os seus. Sorria. "Você ainda vai me matar". "Não tanto quanto você anda me matando". Pensei.
Escrito por Srta. às 14h06
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13/10/2007
Estava vestida para deixá-lo louco. Era assim que o queria: completamente insano, sedento. Um vestido preto decotado e uma sandália alta seriam um prato cheio para seduzí-lo. Vê-lo me querendo, olhando meu corpo. E eu poderia rir de suas tentativas infantis em disfarçar o volume sob a calça. Afinal, ela estava ali, ao lado. Havia sido fácil provocá-lo. Algumas mensagens enviadas ao celular contando sobre a liberdade que havia sob meu vestido foram suficientes para vê-lo exibir o sorriso mais safado que eu já tinha visto. Ousando ainda mais, pedi uma carona pra voltar pra casa. Primeiro ele precisaria deixar a namorada. E depois eu poderia presenteá-lo com alguma coisa. Simples, como nunca havia sido. "Adoro essa sua loucura". Um sorriso safado respondeu por mim. Uma de suas mãos deixou o volante e tocou minha perna. Suspirei. Senti a leveza do toque, que lentamente seguia em direção a mim. Tremi de tesão. Me encontrando, sorriu. "Então veio preparada pra mim?". "Sempre".Sorri. Seus dedos vasculharam meu interior, me fazendo abrir as pernas. "Molhada". Muito. Senti um dedo entrar em mim e gemi baixinho. Mordi os lábios. Retirou sua mão e levou até a boca, sugando o dedo que havia me tocado. "O gosto é maravilhoso". Retribui com um sorriso, descendo a mão até sua calça. Abri o zíper e o encontrei sob a cueca. "Duro". "Por você". Vorazmente, eu enfiei a mão por dentro, tocando seu membro duro. Me aproximei de seu ouvido e sussurrei. "Te quero na boca". Sorriu safado, guiando minha cabeça. Segurei seu membro com a mão, mantendo-o ereto. Lambi de leve. Dei um beijo molhado e suguei. "Delicioso"."Sua boca". Fui descendo, sugando sentindo cada centímetro dele. Estava arrepiada de tesão. Suguei devagar. Indo e vindo. Uma mão sua tocou meus cabelos e ouvi seu gemido. Então ele gostava. Continuei. Era saboroso demais. Passei meus dentes de leve, minha língua. Eu o molhei inteiro. Senti um puxão forte. "Pára". Desligou o carro e me puxou para fora. "Deliciosa". Senti suas mãos vasculhando meu corpo, levantando meu vestido. Estava de pé, com uma perna levantada. "Eu quero agora". "E eu quis a noite inteira". Me empurrou contra o carro e abaixou a calça. Se aproximou de mim, guiando seu membro. Gemi alto quando senti entrar. Mordi seu ombro quando estocou de vez. Arranhei suas costas. Estava louca. Buscava sua boca. E eu gemia nela, como nunca. Aumentou o ritmo, me fazendo gemer ainda mais. E sua voz rouca falava ao meu ouvido. "Quero você inteira pra mim". "Mas eu já sou sua.O tempo todo". Beijava minha boca avidamente. Estávamos loucos. Apenas gemidos, febre, tesão. E eu o senti em mim. Me apertando forte. Era sua. Senti o líquido quente dentro de mim. Busquei sua boca. "Sou louco por você". Era doce agora. Saiu de mim e me abraçou. Beijei seus lábios. "Vamos?". "Pra sua casa?". "A noite apenas começou, meu bem". Sorri. Era impossível não estar apaixonada.
Sim...É o meu primeiro conto erótico... Um presente...
Escrito por Srta. às 14h04
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11/10/2007
Carta pra você...
Eu hoje senti o arrepio do que poderia ser o teu toque, e um sorriso se fixou em meu rosto... E eu pude imaginar o que seria ter você por perto, me colocando em seu colo, passando a mão pelos meus cabelos.
E eu quis te pedir... Pedir para me tocar, porque o seu toque me arrepia inteira. Pedir para que vc dissesse no meu ouvido todas as palavras de carinho e cuidado que eu adoraria ouvir. Pedir pra que você beijasse minha boca avidamente, e me tocasse com delicadeza. Eu te quero em todos esses contrastes. Quero arder por você, quero me sentir queimar pela mais purificadora das chamas... o desejo. Quero sentir essa febre louca, esse querer insano, esse desvario de te ter em qualquer lugar. E, quando a febre cessar (por alguns momentos, por que o querer apenas aumenta), quero estar em teus braços ternos, sob teus cuidados...ser sua menina. Eu quero ouvir sua voz ao telefone, me dizendo que vem... e quero a sensação de loucura e quietude que ela me traz. Quero me virar na cama e encontrar você dormindo, depois de ter me dado um pouco de você. E quero beijar seus olhos, porque ali, eles são apenas meus. Quero interpretar os mais loucos e devassos papéis só pra te ver sorrindo e ardendo de vontade. E eu quero esse seu jeito misterioso, esse seu ar compenetrado de quem sabe tudo e a tudo quer provar. E eu me ofereço como aluna...como uma simples aprendiz da vida e dos prazeres que ela oferece. E eu quero sentir sua presença, saborea-la como quem prova a mais suculenta das frutas e se delicia com a sede saciada. E eu não te peço contratos, promessas. Eu te peço somente a entrega....Essa entrega sem pudores, sem medos. E eu te ofereço o que sou, para que tu me recebas como tua. E tua, a cada momento mais.
"Não te dizer o que penso... Já é pensar em dizer-te" L.Hermanos
Escrito por Srta. às 14h01
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10/10/2007
Te quero na boca... Era o que mais queria, agora... Coisa mais deliciosa que existe...
Escrito por Srta. às 14h00
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01/10/2007
É um querer tão louco que destino a ti... Tantas palavras já usei para descrever esse sentimento, e parece que nenhuma delas foi suficiente para mostrar o quanto anseio por vc. Palavras ditas ao vento, sem destino. Tu não o sabes, ou finges não saber... E eu permaneço aqui, querendo ter-te, querendo ser sua. Apaixonada, louca. Meus lábios quase sentem o toque dos teus, de tanto que imagino um beijo nosso...
Eu imagino cada detalhe, cada toque, cada beijo, cada carícia ousada, cada olhar furtivo... Imagino o dia em que vou poder sentir suas mãos percorrendo meu corpo, subindo pela minha saia, me tocando inteira... O dia em que vou me perder em vc... Que vou me deixar ser sua da maneira mais intensa possível...
Eu te quero tanto, tanto... Tanto que nem sei mais como dizer tudo isso... Eu só sinto arder, e só sei que quero estar perto...
Sua boca... Como quero sua boca... Explorá-la com os dedos, sugar, lamber... Colocar meus lábios sobre os seus e te beijar cheia de desejo... Te deixar louco apenas com isso, te mostrando o quanto meu corpo arde por vc...
Como eu te quero... Cada vez mais...
Escrito por Srta. às 13h58
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29/09/2007
Sentir sua boca percorrendo meu corpo é tudo que mais quero... Sentir vc tocando cada parte do meu corpo, me apertando em suas mãos, me pressionando contra a parede, contra a cama... Te dizer o quanto sou louca por vc e o quanto meu corpo pede pelo seu. E ele já não pede, somente, ele grita... E arde... Fico louca, insana... Eu te quero, quero absurdamente... Quero me entregar pra vc, sem te impor qualquer limitação. Quero ser sua, completamente sua, como nunca fui de ninguém. E quero que vc me ensine tudo, que me mostre o que não sei, que me ajude a ser quem sou.
Eu quero você hoje, amanhã, depois... Quero te enlouquecer com meus beijos, te fazer gemer com meus toques... Quero ir longe, contigo... Cada vez mais longe... Quero ser intensa, e ser sua... Eu quero tudo, e estou certa de querer isso... E vou fazer o que for, pra ter vc e te ter como anseio...
Escrito por Srta. às 13h56
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28/09/2007
Dizes que me queres, e eu responderei o mesmo. Dizes que anseias por mim, e eu te darei tudo o que pedires. Vem, pra ser meu e de mais ninguém, pq o querer que habita aqui dentro não devanesce nem é imoral... É o que há de louco, de insano, mas ainda assim, eu quero... Quero tanto, e a cada dia, quero mais. Moveria o que pudesse, pra ter tudo isso... Arde...
Chama-me de louca, arranca meus cabelos, me joga numa parede ou onde quiseres... É só pra ser tua que existo, tua e de mais ninguém... É só pra fazer o que queres... Irracionalmente, deixando de ser quem sou... Sinto arder, pegar fogo... Só um pensamento habita minha mente, e é o mais doce e inconsequente que poderia imaginar... Se eu quero? Mais que tudo... Muito mais do que já fui capaz de querer...
Escrito por Srta. às 13h56
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22/09/2007
Querer...
Sim, eu quero... Quero agora, e agora mais que tudo... Quero a boca em minha boca... Quero suas mãos, quero seu toque... Quero tudo, tudo o que puder ter, eu sei que quero... Quero desejar-te ainda mais... Quero sentir seu peso, suas mãos me acariciando inteira... Eu quero tudo, quero tudo o que você puder me dar... Quero sentir os cabelos entre meus dedos, a boca em minha nuca... Quero percorrer cada pedaço teu com a língua, e te chamar de meu... ali, e só ali... E eu não quero mais que isso... E eu não quero que a noite acabe, que eu precise acordar... Quero rolar contigo, pelas areias desse querer insano, que me transtorna e me faz arder... eu apenas quero... mais nada...
Escrito por Srta. às 13h54
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